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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Darkness, entre a demencia e a morte!

Escuridão


Andando

Nesta escuridão sem fim

Eu me perco, sem apoio, sozinha

Eu tropeço, eu caio

Sem ter quem me ajude,

Sem ter quem amar

Sozinha...

Medo

Sem luzes, sem um amor

Tudo que eu tinha eu perdi,

Perdi por minha imprudência, minha burrice

Eu queria tudo, queria ELE todo pra mim

E agora o que resta são suas cartas,

Seu cheiro no meu travesseiro

Sua blusa, seu retrato

Meu coração vazio

Minha loucura iminente sem sua presença

Louca

A beira do precipício

Estas palavras escrevo

A um passo da morte

Sem você

Dói

Sozinha aqui

Sem esperanças

Minhas lembranças me castigam

Rindo da minha loucura decadente,

Esta sou eu

Quem eu me tornei

Uma louca, sem controle, sozinha

A beira do precipício

A beira do precipício

O que me resta é pular,

Minha morte iminente

Minha mente demente

Minha vida vazia

Meu amor...

I'm Back

Retorno depois de muito tempo sem postangens com algo novo inedito! Esse post inaugura a seção:
"Fellings" direto eu preciso "desabafar" e é assim que desabafo! era pra ser uma poesia mas nao sei bem o que virou. São apenas meus sentimentos, o que eu sinto, na minha loucura diaria, na minha demencia decadente de cada longo dia xD

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A dança...


A aproximação do quente corpo dela contra o seu o excitou! Ele sorriu ao te-la em seus braços e implorou para que aquela música não acabasse nunca. Ela sorriu deitando a cabeça em seu ombro! Ele sussurrou em seu ouvido: “és mais bela sem mascaras”. Ela enrubesceu e apenas baixou a cabeça. Ela sorria enquanto sussurrava em seu ouvido: “não queria tê-la deixado, espero nunca mais ter de fazer isso. Não consigo ficar longe de tua beleza, sem imaginar-te em meus braços, ou pior, imaginei-te nos braços de outro.” Ela colocou o indicador sobre meus lábios enquanto abria a boca para falar: “Jamais me entregaria a outro, sendo que o amo!” Selou a frase beijando-o fervorosamente. A música terminava a trás deles. Saíram em disparada pelo salão em busca de ar fresco, do lado de fora no deserto jardim da imensa casa eles se sentaram em um dos vários bancos que havia espalhados por ali. Encarando-se nos olhos trocavam juras de amor eterno, beijos apaixonados e caricias necessitadas. Ela lhe sorri e pede para saírem dali, estava frio e sua pele se arrepiava, ele percebeu e quis abraçá-la, tomá-la para si ali mesmo, mas se controlou, suas presas incomodavam, quase perfurando seus lábios. Ela sorriu ao velo incomodado daquele jeito. “isso tudo é culpa minha?” ela perguntou sem jeito sorrindo. Ele apenas balançou a cabeça e puxou-a pela Mao levou-a ate seu quarto. Lá voltaram a se beijar... Apaixonados... Somente a Lua era testemunha disso!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O Baile...


Havia meia hora que estava aqui, o grande salão decorado com rosas e velas havia me impressionado, rodava feito louca pelo salão e nada de vê-lo, será que havia ido embora? Não queria mais me ver? Não sentia fome, ventava e não sentia frio. Estava entorpecida pela saudade que sentia do meu vampiro. Quando de repente mãos pegaram minha capa roçando levemente em minha cintura. Um arrepio correu-me a espinha e sorri ao ouvi-lo sussurrar em meu ouvido:
Senti sua falta. E beijou-me o pescoço. Virei para abraçá-lo. Senti seu corpo pulsar de encontro ao meu enquanto sua boca selava a minha. Não sentia mais nada a musica parou esqueci-me completamente de onde estava a única coisa que sentia era seu beijo. Sua língua invadia minha boca, mordia-me o lábio inferior, isso me fazia arfar. Ate que algum sem o que fazer cutucou-lhe o braço. Ele olhou enfurecido e o pobre rapaz correu. Ele me sorriu ternamente antes de me puxar contra si e sussurrar: “Me perdoe, jamais sairei sem avisar-lhe... mas eu tive que partir. Eu a amo, mais que se possa imaginar, não me agüentava de saudades, noite após noite me torturei por tê-la deixado aqui sofrendo...” coloquei a mão suavemente sobre seus lábios enquanto sorria: “ Você fala demais, eu te amo e so isso importa agora.” Coloquei-me na ponta dos pés e beijei-o ele me mais forte contra ele e me beijou avidamente. A terra girou ao meu redor. Sorri ante a paixão que senti em seu beijo, seus olhos escuros de desejo. Quando ele se afastou de mim e sussurrou contra minha mão: “ Gostaria de dançar comigo?" Sorri colocando minha mascara. Vi-o colocar a dele e ele me conduziu ate o centro do salão...

Decisão


Ao receber o convite do baile de mascaras decidi que iria de cabeça erguida e coração partido rever meu Corvo. Porque ele havia ido embora. Parada esperando a noite cair no cais lagrimas rolavam por meu rosto. Eu o amava, a saudade já me matava, cada minúscula parte do meu despedaçado coração doía e gritava por ele. Eu precisava vê-lo... mas a dor que me corria me fazia duvidar de seus sentimentos. De mascara na mão me decidi:
Hoje entregar-lhe-ei meu coração! Retrocedi alguns passos e respirei fundo tomando coragem e relembrando os sonhos que tive com ele. Sentei-me me na beirada enquanto o sol baixava no horizonte, tirei minhas botas e meias e afundei os pés na água... fazendo ondas se espalharem pensei alguns minutos em tudo que estava passando. Eu merecia aquilo? Acho que não! Eu havia sido a vitima... Será mesmo que eu fui a vitima?
Essas perguntas me pegaram desprevenida. Engoli minhas lagrimas e erguendo meu pesado vestido tirei meus pés da água, calcei minhas botas novamente e sai correndo em direção a casa alta de onde já se ouvia musica e falação... Espero que não seja tarde demais...
Corri rua acima, nao queriam me deixar entrar ate que encontrei meu convite em algum bolso. Não queria mais nada a nao ser estar a seu lado e ter certeza de que es meu! Eu precisava disso, deixar para traz esse ar de vitima, de garota largada e dar a volta por cima... se eu me machuca-se sobreviveria. Mas eu precisava ter certeza antes de tudo...