Páginas

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

I Miss You



Você fazia Falta
Nunca pensei que sentiria tanto assim
Mas eu te amava
Seu rosto não saia de minha mente
Não conseguia parar de desejar você aqui comigo novamente
Estar em seus braços seria bom
Eu estaria completa de novo
Eu te amo tanto que longe de você me falta uma parte
Nada tem graça
Nada fica bom
Sem você aqui é tudo monótono
Encarei o horizonte sentindo o vento frio em meus cabelos
A lagrima que rolou fez-se gelada no meu rosto
Morrendo em meus lábios carmim
O sabor de seu beijo ainda jazia ali
O toque de suas mãos em meu corpo ainda era sentido
E eu estaria ali
Ate a próxima vez que nos víssemos
Ate a próxima vez que meu corpo tocasse o seu
E você sussurrasse em meu ouvido
Eu te amarei
Para sempre
Sorri lembrando o toque de sua mão em meu rosto
Suspirei olhando o céu
Faltava você do meu lado
Sua voz me fazendo sorrir
Você cantando enquanto eu tentava escrever algo...
Não ia dar certo essa distancia que nos separava...
Mas essa mesma distancia aumentava meu amor por você
Eu não pararia por nada
Ansiando-te comigo novamente
Esperaria te amando...
Sendo eternamente sua!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Angel Of The Death



Aquela noite fora a mais surreal de minha vida.
Minha mente gritava

The way that I want you to die
Slow death, immense decay

Eu não estava acordada
Eu dormia
Pelo menos eu achava que sonhava
Um sonho que estava so começando...

Angel of Death
Monarch to the kingdom of the dead
Sadistic, surgeon of demise
Sadist of the noblest blood

Não entendia porque me chamavam assim ate que me encarei no espelho
Olhos azuis como a imensidão do mar, cabelos vermelhos como o inferno
Vestindo um manto negro e uma grande espada em mãos
Eu era um anjo da morte...
Olhei as mesas ao meu redor
Pessoas amarradas, ou nao
Gritavam, imploravam perdão e eu não sentia um nada de qualquer emoção

Surgery, with no anesthesia
Feel the knife pierce you intensely
Inferior, No use to mankind
Strapped down screaming out to die

O primeiro perto de mim
Era um rosto conhecido
Um ex-namorado da minha adolescência
Ele havia me traído
Da pior maneira possivel
Não senti nada cravando o pequeno bisturi que tinha na mesinha próxima em seu pescoço
Abri o “coitado” ate o ventre...
Eu via seu coração bater ainda
Sua boca escancarada gritando de dor
E eu sorria
Vendo suas lagrimas pesadas escorrerem
Eu enfio minha mão entre suas costelas e arranco seu coração...

Pumped with fluid, inside your brain
Pressure in your skull begins pushing through your eyes

A segunda mesa continha um garota que fora minha amiga
Olhei as mesas ao redor
Eu conhecia cada rosto
Eram apenas as pessoas que haviam brincado comigo
Sorri sentindo algo estranho
Uma sensação de vingança talvez...
Peguei o bisturi da mesa anterior e fiz um pequeno corte no seu lóbulo esquerdo
A garota abriu a boca para gritar
Enfiei um tubo pelo furo
Não sei o que era...
Mas era a única coisa acessível perto de sua cama
Ela gritou de pavor e vi quando seu rosto começou a mudar de cor
Seus olhos ameaçaram saltar para fora
Girei o registro de onde o estranho gas era liberado
Ouvi seu grito
E seus olhos saltaram fora de seu rosto
Fazendo voar sangue ao meu redor...
Segui sorrindo para a próxima

Frigid cold, Cracks your limbs
How long can you last
In this frozen water burial?

A terceira cama me chocou
Eu não via essa garota a anos
Mas ela me humilhou
E ela pagaria.
Peguei-a pelos cabelos arrastando-a pelo chão frio
Ela gritava e se debatia
Joguei-a num tanque com água gelada
Pedaços de gelo boiavam com ela
Ela tentara se mover na água congelada e quebrara um braço
Ela me encarava como se pedisse por piedade
- Deus tem piedade... Mas eu não sou Deus...
Ela abriu a boca como se fosse protestar
Mas lembrou-se da água tarde demais...
Podia ouvir seus pulmões se encherem de água
E ela parou de respirar...

Infamous butcher
Angel of Death

Sai da sala observando a espada que nao me servira de nada sobre a mesa
Encarei-me no espelho
- Anjo da Morte...
O batom vermelho em meus lábios se repuxou em um sorriso...
O sorriso mais maléfico que já fora visto.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

I listen to you...



Vê-la daquela forma era desagradável
Ouvi-la fazia-me em pedaços
Ela parecia chorar,
E eu não podia me aproximar
Não por enquanto
E não saber o que a magoava doía
De certa forma me fazia temer por seus atos
Mas ela não era tão...
Tão burra...
Pelo menos eu achava que não
A meses vinha observando seus passos
Ouvindo sua respiração
Ouvindo cada coisa que fazia
Ela não sabia de mim
Nunca saberia a menos que eu quisesse
Naquela noite ela estava diferente
“Eu não tinha nada”
Ouvi ela sussurrar
Eu queria poder mostrar-lhe que ela tinha
Tinha muita coisa
E tinha alguém com ela
Mas ela ainda não estava pronta,
Faltava muito a seguir ainda.
Ela seria minha...
Meus pensamentos egoístas me assaltaram
Minha
A palavra retumbou em minha mente
Eu não queria possui-la
Queria que ela me amasse
Da forma como a amo
A palavra doeu em meu peito
Amor
Se esse sentimento existiu em minha vida estava morto a séculos
Mas ela o trouxe de volta
Com ela eu me preocupava
E nem a conhecia ainda...
Não sabia que seria assim
Não sabia que amaria novamente
Ainda mais uma humana
Mas eu sempre estarei ali
Sempre que você precisar
Mesmo sem saber da minha existência
Eu cuidaria de você
Como andei fazendo ate agora
Ela chegava ao cemitério na frente da casa
Eu poderia me aproximar...

Não sei porque mas esse lugar não me era tão estranho
Eu já havia estado aqui antes...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

I Can't See You




Eu jamais havia me sentido perdida como aquela noite...
Não tinha um estrela, uma lua
Nada iluminava meus passos
Caminhava vagarosamente
Sentia as folhas mais baixas rasgarem a pele de meu rosto
Sentias os galhos terrestres tentarem me derrubar
Puxei meu vestido veemente e ele se rasgou
Parei passando a mão pelo rasgado e amaldiçoei
- Maldita noite, Sem uma lua, sem um nada
As lagrimas desceram sem avisar
Continuei andando
Sentindo minha visão cada vez mais embaçada
Já não tinha luz e eu chorava
Um galho mais baixo bateu no meu rosto
Puxei-o com força despedaçando-o em minhas mãos.
Nada dava certo para mim
Nada nunca daria certo...
Cada vez mais perdida em minha dor
Cada vez mais absorvida no meu fracasso
Sozinha
Abandonada
Eu não tinha nada
Nunca tivera
Sorri com a ironia da minha frase
Eu realmente nunca teria nada.
Tropecei indo ao chão
O ódio que me inundou foi tanto que rasguei a parte de baixo do vestido
Transformando o longo vestido em algo do tamanho de uma bata
Levantei tirando as folhas do meu cabelo
Uma coruja piou ao longe e ouvi o farfalhar de asas
Eu queria ser como ela
Poder voar...
E Ver para onde eu estava indo
Do nada um fiapo de luz prateada iluminou meu caminho
Vi ao longe uma casa...
Uma janela pelo menos
Caminhei naquela direção enquanto algo em mim gritava
Que eu estava sendo observada...

Eu podia ve-la
Mas ela nunca sonharia que seria eu!

sábado, 6 de novembro de 2010

Death Wish - FINAL -Die *-*


- M... Me perdoe
Você sussurrou enquanto a lamina cortava seu rosto
Eu sorri descolando a pele do osso.
Você gritava e eu gritei mais alto.
- PORQUE DEVERIA?
Ele chorou e gritou quando as lagrimas tocaram a parte sem pele
- Arde não é?
Ele tentou sacudir a cabeça... Mas tanta era a dor que ele mal abria os olhos
Peguei a faca e sentei do seu lado na cama
- Eu te amei... e que você fez?
Ele abriu os olhos piscando confuso.
- E... Eu te amei de volta...
Sorri passando a mão pelo coração quente dele que acelerava
- Se você me amava... Porque você me traiu, mentiu, me prendeu?
Ele tentava se acalmar e o coração dele quase saltava fora do peito
Sorri encarando ele passando a lamina da faca pela minha mão...
O sangue pingou na minha coxa...
- Você sabe que nunca me amou!
Arranquei o coração dele, puxando junto veias e artérias
Ele gritou... Agonizou e fechou os olhos
Morto...
Ele estava morto.
O coração dele deu algumas ultimas batidas entre minhas unhas
- Morreu...
Eu sussurrei encostando na parede oposta a cama soltando o coração que rolou pelo chão
Agarrei a faca
Apertando ela contra a mim
Eu o matei...
Pior do que quando ele fez comigo
Eu arranquei seu coração...
Ele pisou no meu
Jogou fora tudo que ofereci
E ainda pensou que eu fosse um objeto
Que ele enchia a boca para dizer
É MEU!
Sua... nunca fui sua...
Nem minha eu sou
Eu não tenho dono
Não tenho medo
Faço a minha vida
Um dia por vez.
E o dia de hoje
Eu me vinguei!
No dia de hoje joguei com seu coração
Como você brincou com o meu...
E agora...

AGORA VOCE MORREU!