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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

AUTOMATICAMENTE FALSA ¬¬

QUALQUER SEMELHANÇA COM ALGUMA HISTORIA QUE VOCE CONHEÇA (TIRANDO A MORTE SUPER-HIPER-MEGA VIOLENTA) É COISA DA SUA CABEÇA...ESSA HISTORIA É FICTICIA...NADA É REAL!




Aquela maldita musica que você havia me mostrado quando ainda éramos amigas começava a tocar...
“You're automatic
And you're heart is like an engine
I die with every beat”
Realmente dona R a senhora era tão previsível quanto uma criança
Não sei se era para aparecer mas eu gostava do seu jeito
“sou louca/feliz e to nem ai pra voce”
Você realmente ERA minha irma...
“You're automatic
And your voice is electric
Why do i still believe?”
Realmente como eu pode acreditar em voce
- Você é minha irma Ruiva...
Sua falsa...
Encarei seu rosto
Você estava amarrada a mesa na minha frente
Eu estava sentada de pernas cruzadas encarando seu olhar amedrontado
“It's automatic
Every word in your letter
A lie that makes me bleed”
E pra completar
Fingiu amar
E na primeira oportunidade que teve pisou no coitado
Jogou ele fora como se não fosse nada
Como se cada EU TE AMO
Dito por ele não valesse nada
Você não sabe o que é amar realmente não sabe
Você não tem cabeça pra isso
Sua pirralha.
Ao dizer essas palavras peguei um bisturi novo que tinha ali perto
Passei-o por seu braço fazendo um pequeno corte...
Você gritou e eu sorri
- Dói não é?
Imagine-se fazendo isso em si própria, por não ter quem você tanto deseja e ama
Não ter vontade de viver...
É assim que alguém se sente
Porque você se acha gostosa demais
Porque você o mandar mentir é fácil
Mas ele mentir é proibido
“It's automatic
When you say things get better
But they never!”
Nunca melhorariam mesmo
Você que piora tudo
Nunca tem uma solução apenas um problema novo
E eu que era sua ma influencia
Não tenho o que comentar
Você nunca foi minha amiga mesmo
Levantei desligando a musica
E tira essa porcaria O_o
Odeio essa banda
Odeio você!
Peguei o bisturi e me aproximei
Ela estava seria e chorava
Mas você era minha amiga
Minha Best
Mas ele mentiu
E você acobertou
VOCE NÃO SABE DE NADA
Gritei dando as costas
Você é uma imbecil
Criada em uma bolha
So porque é a mais nova
A mais mimada e a mais imbecil
Fingi ser a filhinha quando eles estão perto
Mas quando viram as costas...
Eu continuo sendo a mesma...
NUNCA
Você nunca é a mesma
Não é a mesma que sai enche a cara com a amiguinha de serviço mesmo
Peguei o bisturi jogando-o longe
Sorria amiguinha
Dessa vez você não vai magoar ninguém mais
“It's automatic
Watchings faces i don't know
Erase the face of you”
Peguei um cutelo
Ela chorou mais amedrontada
Não vai doer nem metade
Da dor que eu e seu ex sentimos
Por causa da sua MAIOR DESCULPA pra se afastar da gente
Bati o cutelo cortando-lhe um braço
Invalida?
Ainda não
Cortei o outro
Imagina ver seu amor e não poder abraçá-lo
Sorrio enlouquecida ouvindo seus gritos e vendo o sangue jorrar
Desci arrastando o cutelo ensangüentado por sua pernas
Imagine ser perseguido e não poder CORRER
Cortei na altura do joelho ela gritava...
Pare por favor...
Eu...eu realmente não o amava, era pressão demais...
Cortei a outra enquanto ela falava
VOCE ARRANCOU ALGO DELE EU ARRANCO ALGO DE VOCE...
Ela chorava e sangrava, eu estava coberta de seu sangue imundo
Precisava de um banho urgente
Subi ate onde estava sua cabeça...
Mas e eu
Eu fiquei te aturando tempo demais
Era ótimo te ouvir
Mas você era irritante
Infantil, idiota...
Sempre te falei isso
Por mais que te doesse eu era sincera
Agora você...
VOCE PERDEU A CABEÇA POR NADA!
Desci o cutelo em seu pescoço e sua cabeça voou pela sala
Joguei o cutelo de lado e fui para o banho
Quando abri o chuveiro uma ultima parte da musica passou pela minha mente:

“This life feels so sick
You're automatic to me...”

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

I Miss You



Você fazia Falta
Nunca pensei que sentiria tanto assim
Mas eu te amava
Seu rosto não saia de minha mente
Não conseguia parar de desejar você aqui comigo novamente
Estar em seus braços seria bom
Eu estaria completa de novo
Eu te amo tanto que longe de você me falta uma parte
Nada tem graça
Nada fica bom
Sem você aqui é tudo monótono
Encarei o horizonte sentindo o vento frio em meus cabelos
A lagrima que rolou fez-se gelada no meu rosto
Morrendo em meus lábios carmim
O sabor de seu beijo ainda jazia ali
O toque de suas mãos em meu corpo ainda era sentido
E eu estaria ali
Ate a próxima vez que nos víssemos
Ate a próxima vez que meu corpo tocasse o seu
E você sussurrasse em meu ouvido
Eu te amarei
Para sempre
Sorri lembrando o toque de sua mão em meu rosto
Suspirei olhando o céu
Faltava você do meu lado
Sua voz me fazendo sorrir
Você cantando enquanto eu tentava escrever algo...
Não ia dar certo essa distancia que nos separava...
Mas essa mesma distancia aumentava meu amor por você
Eu não pararia por nada
Ansiando-te comigo novamente
Esperaria te amando...
Sendo eternamente sua!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Angel Of The Death



Aquela noite fora a mais surreal de minha vida.
Minha mente gritava

The way that I want you to die
Slow death, immense decay

Eu não estava acordada
Eu dormia
Pelo menos eu achava que sonhava
Um sonho que estava so começando...

Angel of Death
Monarch to the kingdom of the dead
Sadistic, surgeon of demise
Sadist of the noblest blood

Não entendia porque me chamavam assim ate que me encarei no espelho
Olhos azuis como a imensidão do mar, cabelos vermelhos como o inferno
Vestindo um manto negro e uma grande espada em mãos
Eu era um anjo da morte...
Olhei as mesas ao meu redor
Pessoas amarradas, ou nao
Gritavam, imploravam perdão e eu não sentia um nada de qualquer emoção

Surgery, with no anesthesia
Feel the knife pierce you intensely
Inferior, No use to mankind
Strapped down screaming out to die

O primeiro perto de mim
Era um rosto conhecido
Um ex-namorado da minha adolescência
Ele havia me traído
Da pior maneira possivel
Não senti nada cravando o pequeno bisturi que tinha na mesinha próxima em seu pescoço
Abri o “coitado” ate o ventre...
Eu via seu coração bater ainda
Sua boca escancarada gritando de dor
E eu sorria
Vendo suas lagrimas pesadas escorrerem
Eu enfio minha mão entre suas costelas e arranco seu coração...

Pumped with fluid, inside your brain
Pressure in your skull begins pushing through your eyes

A segunda mesa continha um garota que fora minha amiga
Olhei as mesas ao redor
Eu conhecia cada rosto
Eram apenas as pessoas que haviam brincado comigo
Sorri sentindo algo estranho
Uma sensação de vingança talvez...
Peguei o bisturi da mesa anterior e fiz um pequeno corte no seu lóbulo esquerdo
A garota abriu a boca para gritar
Enfiei um tubo pelo furo
Não sei o que era...
Mas era a única coisa acessível perto de sua cama
Ela gritou de pavor e vi quando seu rosto começou a mudar de cor
Seus olhos ameaçaram saltar para fora
Girei o registro de onde o estranho gas era liberado
Ouvi seu grito
E seus olhos saltaram fora de seu rosto
Fazendo voar sangue ao meu redor...
Segui sorrindo para a próxima

Frigid cold, Cracks your limbs
How long can you last
In this frozen water burial?

A terceira cama me chocou
Eu não via essa garota a anos
Mas ela me humilhou
E ela pagaria.
Peguei-a pelos cabelos arrastando-a pelo chão frio
Ela gritava e se debatia
Joguei-a num tanque com água gelada
Pedaços de gelo boiavam com ela
Ela tentara se mover na água congelada e quebrara um braço
Ela me encarava como se pedisse por piedade
- Deus tem piedade... Mas eu não sou Deus...
Ela abriu a boca como se fosse protestar
Mas lembrou-se da água tarde demais...
Podia ouvir seus pulmões se encherem de água
E ela parou de respirar...

Infamous butcher
Angel of Death

Sai da sala observando a espada que nao me servira de nada sobre a mesa
Encarei-me no espelho
- Anjo da Morte...
O batom vermelho em meus lábios se repuxou em um sorriso...
O sorriso mais maléfico que já fora visto.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

I listen to you...



Vê-la daquela forma era desagradável
Ouvi-la fazia-me em pedaços
Ela parecia chorar,
E eu não podia me aproximar
Não por enquanto
E não saber o que a magoava doía
De certa forma me fazia temer por seus atos
Mas ela não era tão...
Tão burra...
Pelo menos eu achava que não
A meses vinha observando seus passos
Ouvindo sua respiração
Ouvindo cada coisa que fazia
Ela não sabia de mim
Nunca saberia a menos que eu quisesse
Naquela noite ela estava diferente
“Eu não tinha nada”
Ouvi ela sussurrar
Eu queria poder mostrar-lhe que ela tinha
Tinha muita coisa
E tinha alguém com ela
Mas ela ainda não estava pronta,
Faltava muito a seguir ainda.
Ela seria minha...
Meus pensamentos egoístas me assaltaram
Minha
A palavra retumbou em minha mente
Eu não queria possui-la
Queria que ela me amasse
Da forma como a amo
A palavra doeu em meu peito
Amor
Se esse sentimento existiu em minha vida estava morto a séculos
Mas ela o trouxe de volta
Com ela eu me preocupava
E nem a conhecia ainda...
Não sabia que seria assim
Não sabia que amaria novamente
Ainda mais uma humana
Mas eu sempre estarei ali
Sempre que você precisar
Mesmo sem saber da minha existência
Eu cuidaria de você
Como andei fazendo ate agora
Ela chegava ao cemitério na frente da casa
Eu poderia me aproximar...

Não sei porque mas esse lugar não me era tão estranho
Eu já havia estado aqui antes...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

I Can't See You




Eu jamais havia me sentido perdida como aquela noite...
Não tinha um estrela, uma lua
Nada iluminava meus passos
Caminhava vagarosamente
Sentia as folhas mais baixas rasgarem a pele de meu rosto
Sentias os galhos terrestres tentarem me derrubar
Puxei meu vestido veemente e ele se rasgou
Parei passando a mão pelo rasgado e amaldiçoei
- Maldita noite, Sem uma lua, sem um nada
As lagrimas desceram sem avisar
Continuei andando
Sentindo minha visão cada vez mais embaçada
Já não tinha luz e eu chorava
Um galho mais baixo bateu no meu rosto
Puxei-o com força despedaçando-o em minhas mãos.
Nada dava certo para mim
Nada nunca daria certo...
Cada vez mais perdida em minha dor
Cada vez mais absorvida no meu fracasso
Sozinha
Abandonada
Eu não tinha nada
Nunca tivera
Sorri com a ironia da minha frase
Eu realmente nunca teria nada.
Tropecei indo ao chão
O ódio que me inundou foi tanto que rasguei a parte de baixo do vestido
Transformando o longo vestido em algo do tamanho de uma bata
Levantei tirando as folhas do meu cabelo
Uma coruja piou ao longe e ouvi o farfalhar de asas
Eu queria ser como ela
Poder voar...
E Ver para onde eu estava indo
Do nada um fiapo de luz prateada iluminou meu caminho
Vi ao longe uma casa...
Uma janela pelo menos
Caminhei naquela direção enquanto algo em mim gritava
Que eu estava sendo observada...

Eu podia ve-la
Mas ela nunca sonharia que seria eu!