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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Kill, Kill, Kill...


Caminhando pela estrada
As roupas manchadas de sangue
O Sangue dele escorria pelas mãos...
O Sorriso torto em meu rosto deixava as coisas mais aterrorizantes do que elas realmente eram
O corpo dele jazia jogado em algum canto da floresta
Ele provocara
Suas mãos gélidas sobre meu corpo me fizeram arrepiar
E eu nao o queria
Não entre as arvores como um animal no cio
"Não é assim que se trata uma dama..."
As mãos dele me puxaram os cabelos de forma violenta e me mordiscou o pescoço
Xingando-me
Eu nao o queria, nem ali nem em lugar algum depois de tal abuso
Mas ele era forte
Suas maos me mantinham presa no lugar
Abri a boca para gritar antes que ele tentasse algo
Em vão
Sua mão abafou meu grito tapando-me os labios
E sua boca desceu para o meu pescoço
Eu o acertei com meu joelho entre suas pernas
Ele amaldiçoou indo pra longe de mim e voltou com a mão erguida
O punhal em minha coxa me fora util finalmente
O acertei com o punho que o baqueou
Ele foi de encontro a arvore e eu gritei correndo contra ele
Ele jamais encostraria a mão em qualquer pessoa novamente...
O punhal rasgou sua garganta fazendo o sangue jorrar
Enfiei o punhal outra vez em seu ventre subindo ate a garganta vendo seus orgãos sairem
Ele jazia morto
Escorado contra a arvore
Joguei o punhal sobre o ombro e corri
Corria loucamente pela estrada ate que um carro vermelho parou ao meu lado
Oferecendo uma tão desejada carona
Sorri tremula agradecendo
Contando sobre meu infortunio
O jovem rapaz sorriu tentando se aproveitar de minha fragilidade
Deslizando a mao por minhas coxas a mostra
Sorri psicoticamente saltando para seu colo
Cravando as unhas em sua garganta

Eu gostaria de parar... Mas vocês não deixam...

Ela sussurrava depois de levantar do carro que capotara em uma das curvas.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

The Masquerade...


(Dica de musica: 
SoundTrack de Obscute The Aftermatch - Amy Needs Help 
SoundTrack de Obscute The Aftermatch - Bad Bohaviour) 



A pouca luz que iluminava o salão deixava-se perceber apenas um mar de mascarados...
Homens em seus ternos caros e mascaras negras,
Mulheres em seus luxuosos e volumosos vestidos com suas mascaras enfeitadas de penas.
Pareciam estar na antiga Veneza, a Veneza dos bailes de mascara...
A Musica tocada dava um ar sombrio ao lugar...
Ela sorriu de mão dada com Adrian que segurava-lhe firmemente.
Ele puxou-a contra seu corpo e começaram a valsar, quando se deu conta estavam a um canto da pista. Numa dança envolvente e sedutora, labios colados, ele erguia os braços dela acima de sua cabeça, Prendendo-a contra a parede, deslizando as mãos levemente ate sua cintura,
Puxando-a contra ele a fazendo gemer e estremecer com sua demonstração de excitação.
Ela geme sem se preocupar pois a musica extremamente alta abafara qualquer coisa...
Ele desce mas mãos puxando o longo e volumoso vestido dela para cima e sorri maliciosamente ao percebe-la sem calcinha.
Lolla morde-lhe o labio e Adrian geme afundando seus dedos entre suas pernas, sentindo sua carne molhada comprimir seus dedos...
Ela segura fortemente em seus ombros sentindo as pernas cederem, ele morde-lhe o pescoço a fazendo inclinar a cabeça para da-lo liberdade.
Ele sente o sabor de seu sangue o fazendo mais excitado a cada gemido...
As pessoas ao redoer nao os veem, empolgados demais com a musica, luxuriados demais com suas companhias, distraidos demais com as conversas e bebidas...
O casal continua sua libertinagem no canto escuro da pista de dança mal iluminada...
Lolla nao esta mais de pé, esta ajoelha chupando-o fortemente enquanto ele tem as maos em sua cabeça empurrando levemente...
Alguem se aproxima e ela sorri maliciosamente.
Adrian finge que nada esta acontecendo e diz que sua Lolla fora apanhar algumas bebidas, o homem sorri e finge desinteresse saindo dali...
Lolla o suga mais forte o fazendo e gemer e sente as mãos dele a puxa de volta para cima abrindo seu corset deixando os seios a mostra e ouve sua voz sussurrada repleta de ciumes:
- Você é minha... E ele a queria... Mas nao tera por que voce é completamente minha...
Lolla gemeu puxando os cabelos negros de Adrian desfazendo seu moicano enquanto ele começa uma lenta tortura em seus seios, mordiscando e apertando... Girando o mamilo entre os dedos a fazendo se retorcer e sentir sua umidade entre as pernas.
Adrian desce o corpo entrando sobre suas vestes, puxando uma de suas pernas para seu ombro e começa a chupa-la.
Ela geme mas se mantem firme, fechando o corset e abrindo o leque, Lolla se abanava tentando amenizar o calor que sentia com a lingua de Adrian em seu sexo. Mas ao sentir o vento leve fica mais excita ainda, mordisca o labio tentando manter uma respiração regular ao perceber que uma de suas amiga veio a procura de Adrian, ela sussurrava que ele era interessante...
Lolla sorria para ela e sussurrava:
-Tão interessante, pena que me perteça Judi... Adeus.
A garota faz uma carranca e volta para o meio da pista.
Lolla se desfaz encostando-se contra a parede e ele a penetra com sua lingua, sugando cada gota de sua excitação
Ela fecha os olhos inclinando a cabeça para tras e geme...
Adrian sai de debaixo de seu vestido e a beija, sentindo seu gosto contra a lingua de Adrian, Lolla  geme...
Ele a ergueu em seus braços sentindo seu membro deslizar por seu sexo facilmente.
Ela se contorce em seus braços cravando as unhas em seus ombros totalmente vestido,
Ele investe forte contra ela a fazendo senti-lo todo em seu interior, senti-lo latejar e faze-la gemer e quase gritar.
O ritmo aumenta e ela grita sentindo o apice de seu prazer,
Nao satisfeito ele a  morde novamente, o sabor de sangue unindo-se ao cheiro de sangue  é cada vez mais forte.
Sussurrando no seu ouvido o quão fodidamente bom é aquilo,
Fode-la em publico, sentir o coração disparar a cada pessoa que se aproxima e entao ele goza... Desfazendo-se dentro dela...
Ela sorri gemendo e ainda tremula  e o beija suavemente enquanto ele a coloca de volta no chão.
Adrian a abraça e ela fecha sua barguilha. Assim os dois voltam a pista de dança como se nada de mais tivesse acontecido...
Ele a toma pela mão e a gira em torno do salão, dançando colados, se amando ao som delicado da musica, sentindo a excitação crescer novamente a cada segundo que seus corpos estejam colado...

domingo, 1 de abril de 2012

Zombie Love - I



Deitada do meu lado ele parecia tão frio...
Quase imovel.
Mordi o labio suspirando
Eu queria um abraço, um afago, uma amostra de amor...
Me virei com os olhos fechados abraçando-o fortemente
Seu coração não batia...
Ele sussurrou alguma coisa inaudível
Palavras num idioma que eu nao conhecia,
ou ele estava bebado.
As ultimas que lembro são o som sirenes do lado de fora
E os dentes dele dilacerando minha garganta...

Amanheceu outro dia qualquer, olhei para o lado e ele já havia levantado
Chutei as cobertas me sentando na cama ouvindo a porta se abrir
La estava meu marido parado com uma bandeja de café da manhã pra mim.
Mimo era a palavra do dia de acordo com ele:
“ Tenho que mimar minha princesa”
Sorri enquanto degustava torradas com geleia e suco de laranja
Com um afago em meus cabelos e um sorriso sedutor ele tirou o pijama jogando-o para mim dobra-lo.
Era bom te-lo comigo todos os dias.
O quarto ainda estava escuro pelas cortinas fechadas.
Levantei abrindo elas sentindo o sol em meu rosto
O quarto cor creme se encheu de luz e ar fresco quando abri as janelas
Hoje seria mais um dia daqueles,uma pilha de papeis no escritório...
Sacudi a cabeça tentando curtir ainda estar em casa
Desci as alças da camisola deixando-a rolar por meu corpo ate meus pes.
Entrei no banheiro sussurrando no ouvido dele:
- Minha vez...
Ele sorriu me dando um beijo me puxando pela cintura enquanto esticava a mão pegando a toalha.
Trabalhar no hospital era stressante as vezes,
Ele chegava morto... Era jantar, tomar um banho e estava dormindo
Abraçado comigo.
Vi-o se vestir enquanto me exaguava fechando a agua pegando a toalha me secando:
- Jantar depois do expediente?
Sorri:
- Claro, te encontro as 8...
Ele saiu fechando a porta do quarto.
Sai do banheiro pegando meu terninho com saia pretos e suspirei.
O tribunal hoje seria o inferno na terra.
Mordi o labio prendendo o cabelo em um coque, peguei meu oculos, minha pasta e as chaves do carro.
Na ida o caminho estava ate livre, uma coisa estranha para uma sexta-feira de manhã
Dei de ombros estacionando o carro na garagem.
Os processos caiam em minha mesa como cascatas,
Revisa-los para passar aos advogados era maçante.
Mal almocei um sanduiche natural e ouvi gritos da sala do juiz
Diziam que ele teve um mal subito e foi levado as pressas ao medico.
Estremeci, o dia começava a piorar...
Voltei a minha mesa outras 3 pessoas haviam sido dispensadas...
Meu superior suava frio, tinha olheiras...
Ele Sorriu estranhamente pra mim antes de desmaiar na minha mesa.
Mais um havia ido para o hospital.
Sai do tribunal cansada, a cidade parecia cada vez mais vazia e calma.
Chegando em casa preparei a janta servindo a mesa.
O relogio bateu as 8...
Bateu as nove...
Nada. Sacodi a cabeça meio preocupada e subi pra cama...
Onde acabei adormecendo
Senti o corpo frio dele contra o meu...
Ele estremecia, de bater os dentes, soava frio
E estava de costas pra mim.
O que estava acontecendo?
Me virei pra ele na intenção de xinga-lo
Quando suas mão pegaram meus cabelos fortemente
A ultima coisa que me lembro de ouvir foram sirenes de ambulancia...

(Continua...)

Então... Aconteceu.


(Hurt – Nine Inch Nails = Musica inspiração)



Me cortava pra saber se estava viva...
Ou pelo menos tentava,
Havia prometido nao fazer mais.
Mas era dificil:
Eu via
Ouvia
Sentia as lagrimas rolarem
Mas já não doía
Eu estava anestesiada
Ria de coisas tolas como uma idiota
No meio de uma multidão
Lá estava eu, timida e sozinha
Olhando para todos perdida
Sem rumo

Me cortei só um pouco...
Eu queria sentir
Qualquer coisa...
Como numa musica:
“ Socorro não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar... nem pra rir”
Sem lembranças
Era assim
Presa entre o nada
E o futura
Sem um passado
Sem presente
Apenas
Me cortei...
Nada muito grave
Nao há nem sangue
Apenas marcas
Marcas do que um dia eu fui
Marcas de coisas que me fazem sorrir
Sorrir Ironicamente e sussurrar:
- Hey... Quem jogou sua família no lixo foi você.
Não te culpo...
Curiosidade é uma coisa linda
Tanto é que matou o gato...
Matou sua felicidade, sua vida, seus sonhos
Mas tudo bem ter afogado os meus juntos...
Enquanto eu puder sentir esse formigamento por onde minhas unhas cravarem
Eu estarei bem
Eu estarei relativamente viva.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Tempos modernos... Ou tempos de desordem?




Eu devo ter nascido na época errada...
Este lugar não é pra mim.
Não entendo os costumes,
A falta de valores,
As roupas (ou a falta delas),
As musicas,
A falta de respeito e compreensão...
Acima de tudo a falta de cultura.
Não compreendo o que essas pessoas tem na cabeça
Não vejo a graça que elas veem fazendo de tudo para terem um segundo sob os holofotes da fama,
Não vejo o motivo irracional que leva um rapaz matar a namorada por terem rompido um namoro
Não vejo letra, ritmo ou qualquer outra coisa em algumas musicas... Se é que se pode chamar aquilo de musica.
As pessoas não pensam mais em amar e ser amadas, pensam em simplesmente sexo. Sem compromisso, casual, algo que não passara de um momento de prazer.
Onde foi parar o romantismo? Tudo bem que algumas mulheres exigem seus direitos, acham machismo um cara um querer pagar a conta ou abrir uma porta...
Nao eu não sou machista, nem feminista, acho que cada um tem que ceder um pouco para tudo dar certo... É raro um homem dando flores, abrindo portas, ou fazendo outras gentilezas.
Esse mundo “moderno” as vezes me confunde. EU concordo com a tecnologia... Amo ela afinal sem ela, sem blogs ( \o/ ) mas a questão de valores, família, amor... tudo se perdeu... Tudo perdido numa imensidão de coisas sem nexo, corações partidos, filhos sem pai, garotas vulgares e outros tantos...
Se um dia entender eu escrevo mais.

sábado, 3 de março de 2012

Bad Dreams or Bad Things...




Eu me perguntava dia após dia como seria estar em seus braços...
Sentir seus lábios tomarem os meus no meio da cozinha,
Seus braços fortes me carregando me sentando em cima do balcão
Abrindo as pernas acariciando-me sobre o leve tecido da calcinha
Seu riso malicioso no meu ouvido
Fazendo-me umedecer...
Senti-lo mordiscar-me o pescoço e o colo ate chegar a meus seios...
Ouvir meu gemido me surpreender e ver seu sorriso vitorioso
Morder o lábio maliciosamente e desce a mão por seu abdome...
Acariciar o volume sobre sua calça e sentir seu corpo se arrepiar com isso
Tomar a situação...
Puxá-lo contra mim, mordendo seu pescoço
Colocar a mão por dentro de sua calça acariciando seu membro ereto.
Senti-lo me puxar selvagemente para seus braços
Rasgar minhas roupas e me tomar ali mesmo...
Fazer-me sua
Nossos gemidos se misturando
Você tomando-me duramente sob o balcão da cozinha
Puxando meus cabelos de leve
Fazendo com que eu chegue ao ápice...
Acordava arfante olhando o teto banhada pela luz do luar...
Maldito...
Queria ter uma noite calma desde que lhe conheci
Desde que lhe conheci e descobri o quao longe de mim você vive.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Just a Kiss...




Podia ser simplesmente um beijo
Mas pelo beijo passei a ama-lo
Depois de algumas semanas conversando via MSN
Duas vidas ferradas... Dois corações destroçados
Um encontro desastroso...
Dois timidos mudos e de repente ao som de One...
O primeiro beijo... Simples, apaixonado, timido
Uma mão acariciava o rosto e as bocas se encarregavam do resto
um beijo apaixonado e demorado
Uma reação em cadeia
O coração dispara... Sentia o corpo tremer ao ouvir sua voz em cada ligação
Virar a noite conversando com você...
Nao sentir sono quando estamos juntos...
É meio estranho...
Mas é bom.
Interessante como um beijo desperta tantas coisas na gente.
Um beijo que na maioria das vezes é só mais um numero
Pra uma pessoa que ama é o inicio do resto das suas vidas.

Meu castelo de mentiras...


Olhava pra aquela casa...
Me arrepiava diante das lembranças
Boas ate certo ponto.
Dolorosas em todo o resto.
O presente não era como o arco-iris colorido e alegre que havia na parede.
Quando se descobre que tudo que você viveu foi uma grande mentira
As coisas começam a fazer sentindo e tomar o seu lugar de direito
Ela nunca foi um exemplo...
Ele era humilhado...
E mesmo assim sorria ao chegar cansado de um dia de serviço
Deitar no sofa para ver o jornal
E ouvir os filhos o aporrinhando.
Enquanto ela...
Bem ela acendia seu cigarro e voltava atenção para mais um torneio de buraco
As crianças se sentiam um tanto largadas,
Uniam-se...
Era a única esperança que tinham...
Apesar das brigas, estavam sempre juntos.
Olhando as fotos na parede ria com desdém
Mentiras...
Era apenas isso que cada foto em família representava
Um motivo tolo para uma traição
E tudo veio abaixo...
Dar uma chance... dar outra...
Mas persistir no erro é querer demais.
Deus perdoa... Mas a consequencia vem
De nada lhe adianta dobrar o joelho e orar...
O que você tinha você jogou fora.
Apenas para satisfazer sua curiosidade
Sua filha te atura...
Teu filho tem asco a você
E o homem que um dia te amou...
Apenas a quer longe.
Então cuidado ao resolver “saber como é tal coisa”
Se você viu a desgraça antes
Por que repeti-la?
Usar de Bom senso
E lembrar:
Se você ama demonstre...
Porque depois que você perde
Uma demonstração nao vale de nada.



Why?




Olhando o céu noturno imaginando-o aqui.
Sua presença me acalma, sua voz me excita...
Mas acima de tudo só de estar do seu lado estaria feliz.
Estaria bem...
Me faria esquecer das tristezas e de todo resto
Seriamos apenas eu e você...
Suspirei sentindo as lagrimas em meu rosto.
Mas era impossível... Nada mais era possível.
Não nesse momento... Não nessa vida.
Porque o destino foi cruel...
Ou teria apenas você sido um idiota?
Ao dizer que me amava e mesmo assim
Negar e simplesmente terminar comigo.
A vida foi má?
Ou você jugou demais o pouco que viu?
Como começou, terminou.
Por uma conversa... Mas sem sorrisos
Apenas com lagrimas e magoas
Uma ferida aberta ainda sangra...
E o coração ainda pulsa...
Clamando por um pingo de amor
Um pouco do que eu dei...
Só um pouco do que eu dei sem pensar,
Sem exitar,
Sem me importar com a distancia ou qualquer outra coisa
E perdi...
Perdi mas nao me importo.
Continuo sentindo o coração pulsar
Com o peito aberto vejo o sangue escorrer a cada palpitação
Porque? Simplesmente porque te amo.
Te amo mas acabou
Te amo e a sua chance passou.
Me pergunto o porque
A cada eu te amo que você me diz.
Se há tanto amor assim
Porque partiu meu coração...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Fairy Nothing Tales - 1 - Zombie Alice...




A garota olhou-se no espelho.
Cabelos desgrenhados, olhos arroxeados e a pele acinzentada... Parecia um tanto...
-Morta.
Isso...morta era a palavra certa. Sorriu admirando sua imagem perfeita.
Tic... Tac... Tic...Tac...
Ela olhou para os lados e o viu...Um rapaz, de colete e cabelos brancos com um relogio de bolso daqueles antigos...
Ele apontava o relogio e parecia ansioso: 
-É tarde... É tarde...
Ela o olhou sem entender... Sentiu o musculo do pescoço repuxar e começou a segui-lo, andando com dificuldade... Sorria olhando a pele corada dele, ele parecia delicioso. Se aproximou dele... Ele parou repentinamente olhando um buraco no tronco de um grande e velho carvalho... Ela aproximou os labios de seu pescoço e o mordeu... O grito dele a fez sorrir puxando uma lasca.
- Delicioso. Realmente delicioso...
Seus pensamentos gritaram enquanto ela tentou em vão segura-lo para morder mais. Com medo tentando se soltar das garras de Alice ele caiu pelo buraco esguichando sangue pelo pescoço. Mastigando aquele pedaço do garoto pescoço dele Alice sorriu pegando o relogio. Tic...Tac...Tic...Tac...Tic...Tac... o barulhinho a distraia... Deu alguns passos pra frente e sentiu o corpo cair por ondo o garoto havia caido. Sentia tudo rodar... caindo e caindo e caindo.
O corpo putrefato contra bateu contra o chao num baque suave... Sem dor Alice levantou-se sentindo alguns musculos repuxarem e começou a andar em direção a floresta que via pela frente.
Ouvia uma musica chata... que lhe daria sono em outrora caminhando com passos lentos, meio se arrastando ela viu uma mesa longa...
- Atrasada pro chá mocinha...
O rapaz de cabelos alaranjados e cara de maniaco sorriu tremendo com um bule de chá nas mãos. Alice andava trombando nas cadeiras. Ele estendeu a mão tremula com uma xicara quebrada para ela. A garota sorriu cravando os dentes em sua mao. Ele gritou puxando a mao deixando um pedaço em sua boca:
- Garota maluca!
Ela se aproximou mais lançando os braços a frente segurando-o pelo paleto ela mordeu seu labio e puxou. Ele gritava sentindo a pele de seu queixo ser arrancada. Ela sorria mastigando e mastigando, seu olhar vitreo o encarava. Ele não sabia o que fazer e apenas entregou-se a sua loucura... Alice o devorou pedaço por pedaço ouvindo o tic...tac... do relogio em seu bolso. Ela ainda estava atrasada. Saiu dali caminhando erroneamente por entre as arvores do bosque. Encontrou alguns guardas pintando umas rosas de vermelho: - Ela mandara cortar nossas cabeças... Pinte isso logo... 
- Cale-se... se alguém nos vir... Oh...quem és tu garota?
Alice olhou para eles responder mas apenas grunhidos saiam de sua boca... Ela mordeu a mão estendida do guarda e ele começou a gritar... Ela saltou sobre ele mordendo seu rosto. O outro guarda ouviu os gritos e veio tentando salvar o amigo já morto... Ele foi envolvido por uma fumaça roxa,começou a sufocar e caiu no chão. Alice olhou enquanto mastigava o guarda que estava por baixo dela a nevoa roxa se tornar um gato flutuante que olhava pra ela:
- Zumbis... Meu Deus... Onde esse mundo vai parar...
Ao terminar de dizer isso um tapete vermelho rolou por cima dele fazendo o gato sumir. Uma mulher gorducha atarracada chegou olhando a garota que mastigava seus guardas: 
- O que esta havendo aqui?
A garota levantou olhando a mulher que tinha uma coroa, obviamente ela seria uma rainha... Alice começou a caminhar, tentando falar... Em sua mente ela ouvia: 
- Ola vossa majestade, é um prazer conhece-la, sou Alice...
Mas a rainha só ouvia seus ganidos. Imponente a rainha começou a gritar:
- Cortem-lhe a cabeça... Nao deixe que ela se aproxime de mim.
Porem não havia mais ninguém ali, sus guardas jaziam desmaiados no chão. Os olhos do gato flutuaram ao redor do corpo de Alice com um sorriso malicioso.
- Querida... O almoço esta servido.
Alice sorriu esticando os braços putrefatos pegando a rainha pelos cabelos ela sorriu mordendo a orelha dela puxando. A mulher gritou e esperneou mas o gato passou por seu rosto a deixando imovel. Alice começou a devora-la completamente...
O gato enevoava o ambiente vendo-a devorar a vellha tirana o Tic-Tac no bolso de Alice silenciara. O coelho estava certo, ela estava realmente atrasada...

Atrasada para começar o terror na terra dos contos de fadas...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Contos Macabros de Natal... - Biscoitos para de uma garota má...



(musica: Ballrog Boogie – Diablo Swing Orchestra)

“Sorri enquanto cortava cada pedacinho daquela pele nojenta para levar ao forno... Os convidados dessa noite teriam uma grande surpresa...”

A garota de cabelos negros sentia o odio subir pela garganta. Havia mais de 6 meses que ela e ex-melhor amiga não trocavam um oi. El já estava farta dessa situação...
A rua mal iluminada levava ate a casa de Holly. Amy caminhava sentindo o odio brotar, sua mãe havia feito ela ir convidar Holly para a festa de natal. Chegando a altura do numero 546 ela entrou na varanda ilumianada por pisca-piscas vermelhos e verdes, olhou a guirlanda pendurada na porta e fez uma careta antes de bater a porta.
Esperou que ninguém atendesse. E ninguém veio... Quando resolveu ir embora a porta da frente foi aberta pela menina de cabelos avermelhados que outrora fora sua amiga:
- O que você quer?
A frieza na voz dela a desarmou, ela queria chorar mas o orgulho a fez engolir, com uma careta ela fingiu não ter ouvidoa grosseria:
- Holly, sua mãe esta? Preciso falar com ela.
- Nao ela não esta... O que quer Amy?
- Nada demais, minha mae convidou a sua para o Natal. Como todos os anos. So isso. De o aviso sua mãe..
Antes de Holly respoder a morena se virou dando as costas e voltando a rua cheia de neve. O odio que explodia dentro dela era impressionante. Chutou um boneco de neve e sorriu vendo-o despedaçado no chão.
Holly sua miseravel você não perde por esperar...
Entrou em casa tirando a touca coberta de neve e o cachecol negro com detalhes roxos foi ate a cozinha em busca de sua mãe:
- Mãe cheguei, Marci não estava em casa, e deixei o recado com Holly.
- Ok bebê, mas e então? Voce e Holly voltaram as boas?
- Ah voltamos...
Sorriu sendo ironica e desceu da banqueta onde estava subindo as escadas ate seu quarto. Entrou olhando a foto das suas ainda na parede. Maldita Holly...

(Flash Back)

Na hora do recreio cinco garotas vestidas de rosa cercaram Amy que esperava por Holly:
Esqueça de Holly, Amy estranha.
Porque? O que voces fizeram com ela?
Nos? Foi você quem fez...
Amy saiu dali correndo ate onde ficavam os armarios. O armario de Holly pendia aberto com suas coisas espalhadas pelo chão e paginas e mais paginas de um caderno espalhadas pelas paredes:
Hey Amy... Então quer dizer que você e Holly se amam? De verdade.
Um gosto ferreo invadiu a boca da garota que correu ate Holly que tentava pegar suas coisas.
Porque você fez isso?
Eu não fiz isso...
É claro que fez... Era a única que sabia... E esse caderno estava com você!
Sentindo a frieza de cada palavra que Holly dizia Amy sentiu que aquilo acabaria.
Deixa eu te ajudar?
Claro... Esquece que eu existo...
Holly colocou os materiais na mochila e saiu andando...

(Flash Back)

Sorriu sentindo o prazer de rasgar a foto, não se permitiu derramar uma lagrima. Nao queria mais ama-la, nem como amiga, nem como mulher nem de modo algum. Olhou para o celular e sorriu. A ceia de natal seria por minha conta...
Dia 24/12 as 08:30

Amy acordava e se vestia. Hoje era o grande dia... Desceu ouvindo a campainha tocar:
- Amy querida como esta linda tão cedo!
Marci com seu traje natalino vermelho e verde estava parada a porta com uma grande travessa de torta de pessego e Holly vinha atras dela com cara de nojo.
- Obrigada Marci, minha mae esta na cozinha.
- Holly seja educada...
Holly fez uma careta e acenou com a cabeça.
- Oi...
Amy olhou para ela sem emoçoes e respondeu friamente:
- Entra, eu jamais deixaria um animalzinho morrer de frio na minha porta.
Marci não ouvira pois estava parada na porta da cozinha conversando com Olivia.
- Eu não sou um animal Amy.
- Pra mim é, apenas uma coisa que não requer minha atenção.
Deu as costas a garota e foi para a cozinha sorridente... Seu plano sairia perfeito.
Começou a separar as coisas para uma fornada de biscoitos quando Marci começou:
- Entao Amy fara os biscoitos para o Papai Noel?
- Sim Marci, receita nova... farei enquanto voces estiverem fora... receita secreta...
Quando o relogio badalou 15:00 as duas mulheres sairam. Holly estava distraida assistindo Dexter. Amy sorriu com a ironia, a musica tema de Dexter tocava ao fundo quando ela se aproximou com um fio de nylon... 3...2...1...
Holly estava agonizando sentindo o aperto forte de Amy. O ar não chegava a seus pulmoes. Amy sempre fora maior e mais forte que a fragil e esbelta Holly. Semi-consciente Holly sentiu que era puxada para algum lugar. Alguem a segurava pelos cabelos enquanto tocava Du Hast do Rammstein de fundo. Sentiu o corpo gelar ao lembrar de Amy falando sobre matar alguém com aquela musica:
- Amy... N...Não faça isso.
O tapa a fez estremecer e o sabor do sangue trouxe nauseas.
- Voce não quer uma amiga falsa... nem uma que te ame. Pouco me importa... So que como fui uma menina ma... O papai noel vai se fuder esse ano.
A garota de cabelos loiros tentou se debater quando as maos fortes de Amy a pegaram pelos cabelos e começaram a bater sua cabeça contra a parede. A dor crescia a cada batida. Ela já não via mais nada quando sentiu o liquido quente e espesso escorrer...
- Morra em paz... ou não Holly.
A pancada dada com uma pá fez a cabeça loira rolar pelo chão do porão. Amy sorria histericamente ao ver o sangue... Aquilo ficaria ali para sempre. Com uma faca bem amolada Amy começou a abrir a garota morta... Jogou suas entranhas para uns cães que haviam na rua e começou a cortar pequenos pedaços da pele, subiu com o ingrediente secreto misturando-o a massa. Fez os biscoitos redondos e colocou nas formas para assar. Era 19:00 quando Olivia e Marci voltaram carregadas de sacolas.
- Onde esta Holly?
- Marci ela disse que não queria ficar e saiu...
Marci deu de ombros a filha desnaturada e foi organizar os presentes em torno da arvore.
- Querida como seus biscoitos estão gostosos... Esse ano você inovou colocando frango neles?
Amy fez que sim segurando o riso de sua mae que dividia o biscoito com Marci.
- Amy querida isso esta perfeito... Que ingrediente secreto era esse?
A garota começava a sorrir ensandecidamente passando as unhas pelas coxas desnudas e pelos braços.
- Amy... de novo não.
O olhar preocupado de Olivia demonstrava outra crise de auto mutilação de sua filha.
- Voces acabaram de comer biscoitinho de Holly...
Marci estremeceu fazendo vomito e Olivia a olhou assustada:
- Nao pode ser...
A garota gargalhava como uma vilã maluca de desenhos animados:
- Olhe no porão a cabeça dela ainda deve estar la.
Marci correu a porta acompanhada de Olivia o grito unissono das mulheres fazia Amy gargalhar se sacudindo ouvindo Slipknot em seus fones de ouvido...
- Nao acredito... Sua maldita...
A voz de Marci era de odio. Olivia a segurou pegando o telefone ligando para a policia. A noticia impactante espalhou pela cidade como uma infecção num hospital. Todos sabiam do caso das garota que matou a outra e deu para a mae comer porque foi rejeitada...

Na noite do dia 25/12 ouviram-se relatos que da sela acolchoado onde se encotrava Amy Williams ela gritava:
“Garotas más não ganham presentes... Mas o Papai Noel,aquele velhinho filho DA PUTA tambem não se da bem comendo biscoitos no sabor garotinhas...”


(tem mais...)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Playing God




Se você me magoa eu posso te matar?
Se você brinca com meus sentimentos
Posso eu te estraçalhar ou te cortar os pedaços?
Se voce me usa eu posso brincar de Deus...
Brincando de Deus
Eu mando e desmando...
Eu tiro a vida ou a deixo com ela
Brincando de Deus
Eu sou quem eu quiser
Se você pode me acusar
Eu posso quebrar seu dedo
Ou seu nariz...
Ou suas pernas
Brincando de Deus eu sofro menos
Sofro menos por amar quem não me ama
Alegro meu coração
Amando quem me dê valor
Brincando de Deus eu faço
Que a minha vontade seja feita...
Se você falar mal de mim arranco sua língua
Se ousar me trair
Te castro...
Brincando de Deus
Eu dominaria o mundo
Mas o unico que quero conquistar
pode não me ver direito por tras disso...
Voce não precisa crer em nada escrito
Apenas sinta o que eu realmente sinto
Por tras de toda essa carnificina
Quem esta retalhada em pedaços sou eu
E o único que pode juntar cada pedacinho é você...
Voce que diz me amar...
Voce que se preocupa comigo
e sorri com cada palavra que sai da minha boca...
É por você...
Por você que parei de agir como Deus...
Por você virarei apenas mais um boneco
No teatro da vida serei manipulada...
As vezes com rebeldia
Mas sempre te amando...


Ate quando?


Essa dor infernal...
Não passa, não muda...
Nao cura!
Quando? Quando finalmente verei o final?
Não chega, não alivia...
Não torutura... Claro que não... nem um pouco!
Essa dor maldita 
Que tira minha paz...
Que suga minha vida
As vezes nada sinto
-Como um Zumbi-
Paro ver, ouvir e falar
Fico imovel enquanto tal
Dor me domina.
Sorrio amareladamente 
Quando perguntam:
"- Tudo bem?"
Ate quando?
Ate quando seguirei fingindo sorrisos
fingindo estar bem quando na verdade ao mais leve toque eu dasabaria
Ate quando? 
Ate quando a morte sera mais charmosa 
Que tal vida dolorosa
Ate quando a faca corta sem matar?
Ou mesmo o veneno...
Sera digerido sem danos

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Personalidade multipla...




“The secret side of me, I never let you see! I keep it caged but i can't control”

Delicia
Ele é encrenca
Fica!
Afasta! Corta já!
Pega logo...
Da um fora enquanto é cedo...

CHEGA!

Acordei olhando o teto
Odiava ter múltiplas personalidades!
Angie...
A coisa meiga em meu ser
Ela era Ingênua, ate certa parte
Confusa que so, se entregava a seus desejos
E se ferrava com as conseqüências
Se matava pensando nas possibilidades de dar errado...
Esse era meu lado quase santo
Que passava as noites chorando por causa de um babaca qualquer
Cherry
O meu lado “selvagem” como a Pepper já havia me dito
Essa era a auto-estima em pessoa
Não levava desaforo para casa
Admitia seus vícios, Inclusive o vicio por sangue, matar...
10% timida ela conseguia tudo o que queria
E o que não conseguia... Conquistava
Ela analisava a situação de uma forma diferente
Ela pensava em si própria
Um tanto egoísta, pensava apenas na própria satisfação
Não importando se ele tem namorada, se ele mora longe ou se ele é um babaca!
Faz o que quer e não se arrepende
Evita sentir qualquer coisa que não seja “palpável”

Assim eu viva uma mistura das duas
A meiga selvagem
A Auto-suficiente depressiva
A ninfomaníaca tímida
A Inconseqüente decidida
A sonhadora realista

Apenas uma coisa eu preferia na Cherry
Não sentir
Se você não pode tocar, não pode sentir
Essa era uma coisa lógica... Não muito
Mas eu gostava!
Meu coração era agora uma pedrinha de gelo
Sentimentos congelados
Sorri levantando da cama
- Angie e Cherry, me deixem em paz!

Impossível Delicia...
Realmente lindinha... Você criou a gente agora agüenta!

Sorri sacudindo a cabeça...

Reich mir die hand, Unsere welt soll brennen...



O relógio bateu meia noite
O sono não vinha
Pulei da cama
Encarando o rosto no espelho iluminado pela lua
Os cachos loiros caiam emoldurando meu rosto
Olhos azuis faiscavam de desejo pelo desconhecido
Lábios vermelho sangue sorriam para a escuridão a minha frente

Essa era eu...

O pijama negro era curto
Sorri pegando a cinta liga na gaveta ali perto
Meias 7/8 tambem pretas completavam a roupa.
Blutengel tocava de fundo
A batida da musica me fazia dançar...
Encarei o reflexo no espelho como se fosse minha vitima
Assustada prestes a ser seduzida
Não tinha graça sozinha
Eu queria estar acompanhada...
Suspirei
Sentir um par de mãos percorrer meu corpo
Do pescoço ate minha cintura
Da cintura com leves apertões e gemidos ate minhas coxas
Fechei os olhos sentindo a musica

O Vampiro...

A janela bateu e la estava ele novamente
O estranho de olhos verdes e cabelos esvoaçantes como a noite
Nunca vira seu rosto
Mas ele me atraia
- Perdão, incomodo?
Sorri puxando uma cadeira:
- Nunca, aprecie a musica comigo!
Ele hesitou, sempre hesitava. Mas acabava cedendo no final
Sem tirar os mim a musica recomeçou
Dei as costas a ele enquanto dançava
Ouvi-o arfar
Ele ficava sem graça, quase sem reação perto de mim
Mesmo depois de tanto tempo
Sorri quando senti um par de mãos geladas na minha cintura
Puxei o cabelo sobre o ombro
Deixando o pescoço a mostra
Ele apertou minha cintura me fazendo arrepiar
Colando meu corpo ao seu
- Não me controlo dessa forma Milady
Sorri sem parar de me mover com a musica:
- Perca o controle Milorde, esta comigo...
Ele beijou meu pescoço, dando leves mordidas
Segurou minha cintura com força me fazendo parar de dançar
- Apenas com um olhar... Apenas isso e já sinto sumir o controle,vestida dessa forma, dançando assim...
- Assim como?
Gemi sentindo suas mãos geladas subirem por baixo de minha blusa
- Assim, me seduzindo... Me fazendo perder o controle de uma forma primitiva. Como se você fosse uma caça... e não a pessoa que é pra mim!
Eu não tinha o que falar
Nunca havia visto seu rosto
Mas o desejava, o queria
Suas palavras, seus gestos...
Ele me mordeu
Senti o sangue escorrer ate meus seios
Quente...
Ele me virou bruscamente colando seus lábios no meu
Suas mãos na minha cintura mantendo meu corpo colado ao seu
Seu beijo sedento me deixa sem ar
Sorrio enquanto te encarando
- Doce como sempre...
Sua boca em meu pescoço me fez arrepiar
Senti sua língua seguir o rastro de sangue que ali havia
Afundei os dedos em seu cabelo quando senti seus beijos por meu colo
A luz apenas da lua me impedia de ver seu rosto
Mas eu podia senti-lo
Senti-lo se apoderar de mim com um beijo...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dama Infernal...



Eu perdi meu tempo achando que isso poderia chegar a algum lugar
Mas nunca começou
Olhei pra nossa foto que eu havia rasgado
Nunca teve nada pra terminar aqui...
Eu não posso dizer que sinto muito
Não estaria sendo sincera...
Nem ao menos sinto algo pelo que esta acontecendo
Ver seu sorriso ainda me destrói
Pensei que eu houvesse sido algo mais que uma ruiva qualquer na sua vida
Mas vi que fui apenas um brinquedo...
Apenas um desejo de momento...
Eu queria te pegar... Queria arrancar seu coração do mesmo jeito que você fez com o meu
Como se não fosse nada
Como se não valesse nada...
As lagrimas com gosto de sangue tocaram meus lábios...
Eu não choraria por você... Nunca chorei.
Eu choro por mim...
Pelo tempo que eu perdi... Acreditando que te amava...
Acreditando que era sua... Sendo que nem ao menos era minha...
Ergui minha cabeça limpando as lagrimas
Eu podia agradecer a dor por me tornar quem eu sou hoje
Uma pessoa fria, sem alma, sem coração e sem a mínima esperança de reverter essa situação.
Estava feliz com meus poucos amigos confiáveis...
Eu não precisava amar... Mas eu precisava de uma companhia...
Doía estar sozinha... Doía e continuaria doendo!
Porque nessa cama só deitara o homem que merecer...
O homem que realmente morreria por mim...
Mas eu ainda duvido que esse sujeito exista...
Então meu coração fica despedaçado dentro do peito...
Ate eu achar alguém para concertá-lo ou para jogá-lo fora de vez!
Levantei olhando o espelho
- Um bom conselho... Nunca se apaixone por essa ruiva...
Ela pode ser uma bruxa...
Te enfeitiçar
Te faz perder a cabeça
Ela poderia ser uma vampira...
Te seduziria
Tu usaria e arrancaria seu coração
Mas ela nunca mais seria
Aquela garota meiga, amável que um dia foi...
Arcar com as conseqüências seria fácil.
Sem dor, sem remorso por nada nem ninguém
Assim era a ruiva... De hoje em diante...
Uma Dama Infernal na sua vida...
E na de qualquer outro que cruzasse seu caminho!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Nada de mais...



- Chega!
Eu gritei fechando a porta
Não sei o que doía mais
As lembranças que me corroíam
Ou o medo do futuro...

Lembranças de um passa presente que me atormentava
Dia após dia
Eu queria esquecer
Mas a ferida ainda era muito profunda

O futuro
Que eu não sabia como seria
Eu não sabia o que eu sentia
Tinha medo de errar
Medo de magoar
Eu não queria...
Eu não seria capaz!

O presente que me fazia sofrer
Eu não sabia amar
Eu não sabia mais nada relacionado a esse sentimento estúpido
A cada eu te amo que eu ouvia eu sentia meu coração parar de bater


Abaixei a cabeça sobre minhas pernas
Eu me sentia sozinha
Sem ajuda
O vento gelado da noite batia em meu rosto
Frias minhas lagrimas caiam sobre meu colo
Um arrepio correu meu corpo
Sozinha...

A palavra voltava em minha mente a cada batida do meu coração
Eu não seria capaz de tal feitio
Eu não conseguia manter minha vida no lugar
Eu não tinha minha cabeça no lugar
Talvez pelo simples fato de eu não ter mais uma alma
Ou melhor ainda
Pelo simples fato de terem arrancado meu coração
Enquanto ele ainda pulsava

Tristeza era substituída por ódio
Amor era substituído por qualquer outro sentimento vil e frio
Eu sentia meu coração parar de bater aos poucos
Eu não precisava de amor
Eu precisava apenas de mim mesma
Minha confiança
E ser quem eu era...

E quem eu era?

Olhei o reflexo na janela na minha frente
A ruiva sorriu desdenhosa
Cabelos vermelhos como o inferno
Olhos azuis como o céu noturno
Lábios vermelhos como sangue...

Nada demais
Apenas uma ruiva a mais...

domingo, 26 de dezembro de 2010

I Dont Know!



Ele me encarou dentro do carro quando paramos na porta de casa:
- Que beijo gostoso...
Olhei pra você sentindo outro tremor percorrer meu corpo, meu rosto corou...
- Eu... eu...
Não disse nada, abri a porta e sai correndo!

Sentei na cama olhando a lua atraves da janela
As lagrimas encharcavam meu colo
Eu não deiva ter feito isso
Eu devia ter falado o que eu sentia mas eu não tinha coragem.
Eu podia escrever a personagem perfeita, ela era auto-suficiente
Eu nunca seria como ela...
Me encarei no espelho
Eu sentia medo
Muito medo de errar de novo, de sentir de novo.
Ou melhor o medo que me tomava era o medo de sentir
E não sentirem por mim
Tremi juntando os joelhos ao corpo
Doía, a cada lagrima doía mais
Eu não sabia o que faria...
Cheguei ate a janela  ele ainda estava ali
Com o farol do carro desligado... meu coração doeu mais...
Eu tinha que dizer alguma coisa.
Desci as escadas correndo abrindo a porta no chute e voltei pro carro
Sentei do lado dele toda pingando da chuva que caia do lado de fora.
Ele me encarou sorrindo:
- O que foi isso?
Eu sacudi os ombros olhando pro chão enquanto chorava sem te encarar
Eu tentava formar uma frase descente na minha cabeça pra te falar mas não conseguia.
Te encarei e aproximei meu rosto do seu te dando um beijo.
Você me encarava e sorriu
- Que beijo bom!
Sorrio sentindo o rosto corar:
- Eu gosto de você!
Você não disse nada... Nada que pudesse me acalmar ou acabar com essa angustia
Escondi o rosto em seu pescoço sentindo seu cheiro
As lagrimas molhavam sua blusa, levantei o rosto limpando as lagrimas com as costas da mão e te encarei.
- Melhor eu entrar...
Sai do carro sem mais nenhuma palavra.
Deitei na cama ouvindo você sair com o carro!
Parabéns
Esse coração maldito gostava de alguém de novo e eu falei de cara!
MALDITO MILAGRE DE NATAL! POR ISSO QUE EU ODEIO O PAPAI NOEL
AQUELE FILHO DE UMA PUTA!

“I'm not afraid to say I love you
Anymore than I used to believe
I am scared to death,
I am scared to death to fall in love
With you”  HIM - Scared To Death

AVISO

Bom como eu to com ideia da Historia da Cherry eu estou criando outro Blog so pras historias dela RESUMINDO: As postagens da Cherry serao removidas daqui e postadas apenas no blog proprio!
http://psicopatacherry.blogspot.com/

Bjs

sábado, 18 de dezembro de 2010

NUNCA MINTA PARA UMA ASPIRANTE A PSICOPATA...



Mentiras...
Pequenas mentiras não eram nada
Não pra você...
Mas para o meu coração
Arrancado e maltratado
Mentiras eram demais!

Ajeitei o decote do vestido vermelho enquanto ouvia o telefone tocar
Você chegaria a qualquer momento.
O convite da minha parte foi inusitado
Mas era isso mesmo que você queria
Uma noite comigo
Eu te daria isso
Mesmo após você ter tentado me enganar dessa maneira podre
Achou que eu fosse boba...
A boba de vestido vermelho e um belo par de seios
Sussurrei encarando a pinta que havia entre eles
Você disse que estaria aqui em meia hora...
Meia hora era tempo suficiente pra arrumar as algemas e meu canivete
Hoje eu mandaria e você obedeceria...
Ate porque você iria morrer
Calcei o sapato negro e me sentei cruzando as pernas repassando meu plano...
Você bateu na porta e eu abri
Mal disse oi e foi me jogando contra a parede
Me beijando selvagemente, cheio de desejo
Suas maos iam de minha cintura ate minha nuca aprofundando o beijo enquanto a outra puxava minha coxa ate sua cintura
Eu respondia ao beijo puxando seu cabelo
Trazendo-o pra mais perto
Depois de uns 15 minutos dessa forma você me soltou
E sorriu:
- Boa noite gatinha...
O piercing na sua lingua me fazia tremer, era tentação demais em um homem so...
Falsidade e cara de pau também pra uma pessoa so!
Sai de perto de você sorrindo enquanto pegava as taças de vinho
A casa era so nossa hoje
Ele me segurou pela cintura fazendo um brinde
- À nós gatinha!
Minha vontade era de enfiar aquela taça pela garganta dele!
Sorri sem nada dizer e tomei um gole do liquido gelado
Respirei fundo muita coisa ainda iria acontecer e eu precisava estar sóbrea
Ele me encostou na parede de novo
Senti as pernas bambearem e respirei fundo mordendo meu lábio
Ele riu e sussurrou:
- Relaxa gatinha.
As palavras dele aumentavam minha raiva
Ele falava isso pra mim e pra namorada dele
Tive que rir
Ele que mentiu
Eu estava errada mas ele estava mais
Ele ficou serio
- Qual a graça.
Eu suspirei
- Nada so to imaginando sua cara quando a gente chegar no quarto
Liguei o mp3
Combichrist... I Want your Blood
Ele riu mordendo meu pescoço
- Quer meu sangue é?
Eu ri, ele não sabia o quanto eu queria ver o sangue dele!
Peguei ele pela mão abrindo a porta do meu quarto
Ele engasgou
Na cama haviam algemas
Ele me puxou pelo cabelo me beijando
- Quer que eu te prenda hoje é?
Sorri me desvencilhando dele
Virei ele ate a cama e o joguei no colchão
- Nada disso, hoje eu te amarro e faço o que eu quiser!
Ele sorriu
Sentei por cima de seu corpo beijando-o
As mãos dele subiam e desciam
Por baixo do meu vestido
Sua pele fria contra a minha quente causava arrepios
Mordi seu lábio e você gemeu
Hoje eu me vingaria
Puxei sua blusa beijando seu peito e barriga
Você segurou meus cabelos com força e eu parei te encarando
- Vou ter que te prender agora?
Você sorriu levantando os braços
Prendi um depois prendi o outro
Amarrei seus tornozelos ao pé da cama e sorri
- Tão indefeso!
Você me encarou com medo no olhar
- O que você vai fazer?
Gargalhei pegando meu canivete em cima da mesa de cabeceira
- Não faz isso gatinha... por favor!
Sentei sobre seu corpo
Você ainda estava excitado apesar da situação
Puxei o vestido sobre a cabeça ficando apenas de corpete, cinta-liga e meias
Você sussurrou:
- Quer me matar mesmo!
Sorri abaixando lhe dando um beijo:
- Temos um assunto pendente!
Você suspirou:
- O que? Só porque eu não te contei que eu namorava você ta com esse ódio todo?
Passei o canivete no peito dele fazendo as letras NO
Ele gritou!
- Só não contou porra nenhuma seu filho da puta... Cansei de perguntar e você dizia:
Não eu não namoro!
Ele não estava arrependido ainda
Passei o canivete de novo formando a palavra MORE
 Ele tentou se mover:
- Nada disso, eu controlo hoje
Disse antes de abaixar e morder seu lábio
Ele não sabia o que eu ia fazer... mas ia doer e muito!
Desci distribuindo beijos por seu corpo
Cheguei ate sua calça tirando seu cinto
Com o canivete rasguei ela
Você respirava rápido demais
Gargalhei rasgando sua cueca
Você iria sentir muita dor...
Você me encarava boquiaberto
- Não machuca seu brinquedo gatinha!
Ri com o comentário e sussurrei:
- Você não tem nada que me satisfaça!
Passei o canivete na sua barriga escrevendo a palavra LIES
Ele gemeu
O filho da mãe tava gostando
Passei o canivete abaixo de seu membro e ele gritou:
- O que você ta fazendo porra?
Sorri:
- Simplesmente me certificando que você fique sem algo de que gosta!
Você gritava e tentava se mover... eu ria
Acabei de fazer o que queria...
Agora alguém não tinha as bolas!
Sentei no seu colo te dando um beijo
- Pronto pro seu ultimo beijo Goth querido?
Você me olhou espantado como se não entendesse
Te beijei, com desejo, luxuria
Quando sua língua entrou em minha boca mordi o piercing e puxei com força
Você gritou cuspindo sangue:
- Porra!
Gargalhei pegando sua lingua já rasgada
- Goth querido... Você não deve mentir... Só porque eu era a outra! E não MINTA PARA UMA ASPIRANTE A PSICOPATA NUNCA seu imbecil!
Disse cortando a língua dele
Sua boca se encheu de sangue ele morreu engasgado!
Sorri levantando e pegando a maquina pra tirar uma foto da minha obra prima!

NUNCA MINTA PRA MIM!