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terça-feira, 21 de setembro de 2010

My tears...

Olhei para o lado
Aquilo me confundia cada vez mais
Ver em seus olhos amor e ódio
Seguido de lagrimas e tristeza me matava
Eu estava de mãos atadas
Não podia fazer nada...
Sentei esperando anoitecer, tentando não sentir mais nada
Nem a escuridão da noite me trazia paz,
Sem dormir, sem comer
Eu não sentia nada! So a dor me despertava.
Olhava as horas passarem como se fossem nada
Vê-la assim... Vê-la chorar... Vê-la ali...
Como poderia sobreviver a isso!
A pessoa que eu amava demais assim
Chorando, triste
Parei para pensar no que fazer,
Sua tristeza me afetava, mais que a você mesma
Eu me sentia congelada, as lagrimas quentes cortando meu rosto
Eu chorava em silencio, ninguém me via, ninguém me ouvia
Ela era minha mãe e eu estava de mãos atadas.
Ela assinara sua sepultura...
Isso me matava!
Eu a encarei sem sorrir e ela chorou.
Doía...
Uma dor insuportavel, já sofrida tantas vezes que quase não doía mais...
Quase...
A dor me tomou de surpresa
Meus joelhos cederam
Porque isso acontecia comigo...
Aquilo era o que restava da minha família
Era o que eu seria um dia?
Eu neguei fervorosamente
Eu nunca seria igual a ela! Nunca

Your Blood


O sangue dele em minhas mãos fazia minha cabeça doer...
O rosto dele em minha mente fazia meu coração disparar...
O sabor dos seus lábios no meu me fazia tremer...
Ele dizendo a mim que namoraria minha melhor amiga me matava...

Acordei com o despertador e percebi que estava mais que atrasada para a escola. Eu o veria, ele sentaria do meu lado e me contaria de sua noite pensando em mim ou em alguma outra garota. Fingir ser sua amiga enquanto eu o amava ficava a cada dia mais difícil. Sorri ao vê-lo sentar do meu lado, me cumprimentado com um selinho... Amizade... Sei!
- Bom dia Sam!
- Bom dia Ben, como foi à noite?
-Ah como todas as outras...
E assim começava o dia mais infeliz da minha vida.
- Sam sabe a Julia do ultimo ano?
Olhei para ele erguendo a sombrancelha, ele sabia que eu odiava aquela garota. Minha mente ficou em branco por um segundo e vi que ele esperava uma resposta.
- Ah sei sim, mas o que tem ela?
Ele sorriu vendo minha expressão.
- Ela me chamou pra sair e nos ficamos... mas parecia que ela estava mais interessada em você! Toda hora perguntava da nossa amizade, sobre você...
- É porque ela me odeia Ben! Desde a 5ª serie, nos brigamos feio, eu ganhei mas ela acabou comigo com uma intriguinha que correu o colégio. Por isso hoje eu sou assim, muda, invisível...
- Oh Sam...
O ônibus parara, nossa 1ª aula não era juntos, me encaminhei para a sala de biologia e ele foi para a classe de inglês. Na hora do almoço vi ele. Ele estava com Julia, não agüentei quando lagrimas começaram a correr por meu rosto. O que ele estava fazendo!
Corri para o banheiro e fiquei lá a te na hora de ir para casa. Ele não apareceu. Fiz uma careta de dor enquanto ia sentar no fundo do ônibus sozinha. Meu celular tocou, era ele. Uma mensagem dele.

“Amo-te Sam, não fique assim.
Bjos Ben.”

Ele não sabia o quanto aquelas palavras me matavam.

Meia noite uma pedra em minha janela me despertou; levantei era Ben, ele sorria, mas eu não. Ele estava de mãos dadas com Julia! Abri a janela para ambos entrarem. Meu coração disparado, eu tremia, eu mataria os dois! Os dois não, so Julia!
- Sam, Julia queria te conhecer!
Olhei para ela sorrindo amargamente.
- É mesmo?
Ela sorriu e veio me abraçar:
- Sam, me perdoe pelo que fiz anos atrás, me arrependo tanto!
- Pois eu não, estou feliz assim. So isso?
Ela sorriu malignamente e apertou a mão de Ben. Ela me conhecia, ela sabia o que eu sentia por ele a anos! Desde que ele mudara para a casa ao lado. Meu coração já sabia o que aconteceria, decepcionada mais uma vez. Porem não foi isso que vi, Ben largara sua mão e vinha me abraçar. Eu chorava descontroladamente.
- Eu sei Sam, ela me contou. Em todos nossos encontros. So disso que ela falava! O quanto você é apaixonada comigo, ou o quanto era, como fui burro e não vi isso!

Julia sentada em minha cama chorava, olhei-a e ela sorriu.

- Pensei que fazendo isso estaria perdoada.
Olhei confusa para os dois.
- Mas e o beijo que vi na hora do almoço?

Ben me sorriu:
- Que beijo? Você me viu de costas virando a cabeça de um lado pro outro... eu precisava fingir ate... ate hoje! Não agüentava mais ver essa tristeza descontrolada em você! Eu precisava te abraçar, dizer o quanto você é importante para mim. Agora alem de ser minha melhor amiga Samanta você vai ser minha...

Ele parava de falar e seu olhar perdia o foco, senti algo molhando minha roupa e vi o sorriso desvairado de Julia.

- Você realmente pensou que eu ia fazer isso?

O ódio me subiu pela garganta, o garoto que eu amava morria em meus braços e minha ex-melhor amiga sorria. O que eu faria agora? Deitei-o com cuidado no chão e corri ao banheiro, lavei a mão e voltei do banheiro com a faca que eu havia usado para cortar algumas coisas ali mais cedo. Julia olhou-me assustada e recuou em direção a parede.

- O que vai fazer Sam? Matar-me?

- É uma ótima idéia pra começar!
Prendi-a contra a parede e passei a lamina cortante sobre seu rosto, ela chorava de medo. Eu já havia chamado socorro para Ben, tinha poucos minutos para matá-la. Peguei a faca e coloquei na mão dela.

- Faça o trabalho sozinha!
Ela chorou balançando a cabeça tentando me fazer parar, mas não parei, cravei a faca na barriga 2 vezes, depois levei sua mão ate o pescoço e comecei a passar a faca cortando a carne. Um banho de sangue em meu quarto. As sirenes do lado de fora me fizeram correr para o corpo de Ben que tinha os olhos vidrados. Peguei sua cabeça em meu colo: - Ben, esta me ouvindo?
Ele sorriu respirando com dificuldade, os policiais e os paramédicos entraram no meu quarto juntos. Fui com Ben para o hospital e não me perguntaram de Julia, ela tinha um passado negro...
Ben sobrevivera já eu não tenho tanta certeza de estar viva, correu pela escola que fui eu que matei Julia. Quem dera se eles soubessem da verdade!

sábado, 18 de setembro de 2010

Sorry...



Bem, to aqui pra pedir desculpa pelo sumiço ¬¬ nao postei, sumi sem abanar o rabinho mas a coisa teve tensa essa semana! E Ontem (dia 17) participei de um evento muito fofo! xD o povo do msn sabe o que eh ^^ a louca aqui desfilou \o/ depois eu posto fotenhas!

Beeem e o texto final dos 7 pecados? Esta pronto... mas nao sei se posso postar sem colocar uma censura no Blog... Se nao... eu fico sem ele. Ai portantooo vou criar outro... mais light pra postar aqui! Uma coisa é garantida: Morte em dobro... hauhauh


bjoks ^^

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Don't look at me...



Não podia ser, Não havia como...
Ou havia?
Aqueles olhos, eu o conhecia.
Eu o Amava, mas ele estava morto. Eu o vi morto, eu chorei por ele.
Meu coração se estilhaçava a cada pensamento, se ele estava morto a quem pertenciam os olhos castanhos que espionavam meu quarto?
Abri a janela apesar da chuva intensa e nao vi nada.
Apenas um corvo, A ave negra aguorenta grasnou enquanto eu a encarava.
Como se soubesse quem eu era.
Fechei a janela e deitei em minha cama, meu livro estava aberto ainda.
peguei o livro e ri... Um corvo, Damon... ai quem me dera.
Um trovao cortou a noite, a silheuta do passaro de asas abertas na parede do meu quarto me fez gritar.
Com um bater de asas o passaro voou,
Com ele minha sanidade, sentei na cama abraçando minhas pernas lembrando do funeral
Eu nao sabia, nao me lembrava, eu estava com ele, ele morreu e eu nao.
A culpa tomou meu ser enquanto lagrimas molhavam minha camisola,
Deitei a cabeça no travesseiro com aquela imagem na mente.
Os olhos castanhos me fitando e o bater de asas ao longe me fizeram dormir.
Olhava o teto de meu quarto e via a sombra do galho mais proximo, tres corvos como o primeiro estavam Parados la, como se esperando por mim...

Sozinha


O Vento soprava naquela noite, mais forte que o normal. 
As lagrimas secas em meus rosto ardiam com a intensidade do vento. Vê-lo ir me deixou sem chão, Me deixou no chão, sendo mais sincera
Eu nao era nada sem ele, Era apenas... EU
Sozinha, largada, triste. A dor que sentia em meu peito me alarmava
Ele se foi, A imagem em minha mente me trouxe de volta a realidade.
Estava sentada no meio do corredor. Quantas pessoas que passaram por mim me achando a maior derrotada da face terra? Olhei em volta pela escuridão
Assim seria minha vida agora?
Um corredor escuro e vazio, Sem esperança, sem acreditar em nada...
Não tinha vontade de sair daqui, perdida em meus pensamentos
Lembrei da tua voz, do calor de seu beijo
Que raios eu havia feito para ve-lo partir, para ve-lo me deixar aqui
Sem um futuro, sem chão, sozinha...