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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Who I am

Well, esse post é meio que um desabafo... 


Eu ando sendo o que nao sou! Hihih tah dificil de entender vou simplificar: eu nao sou fofa, nao sou essa coisa meiga; sei la... ando em mutação mas na hora de escrever no blog minha aura fica cor de rosa (argh!) cansei, vou ser quem eu sou... se gostar bem! se nao... Problema é seu ahuahuah.


Booom pra começar o dia vou falar de bandas S2
Amo descobrir bandas de vocal feminino. Achei um blog muito foderoson (foda+poderoso) so sobre bandas com vocal feminino! Ai tirei a manha pra renovar minhas musicas....
Bandas novas que eu AMEI!
Luna Mortis

Caraa eu amo banda com vocal feminino vicio, paixao (nao! eu nao sou lesbica O_o nada contra mas nao sou hauhauahua)



Lezwieliza


Agora uma banda das antigas que eu voltei a ouvir foi Kittie...
Meldels A vocalista tem uma voz... 

Se alguem interessar em ver o blog ahuah Female Impera 

acho que isso é tudo... por enquanto que mais tarde eu mato alguem em outro texto (tah ai minha inspiração para textos sangretos muahaha). 

domingo, 26 de setembro de 2010

No Lies


Sem mentiras... Ele havia me jurado isso
Quem sabe se sem a lingua a promessa não se cumpre...

Dois meses de um namoro baseado em mentiras.
Este era o meu relacionamento com John
Ele mentia, eu era enganada facilmente
Ele me jurou quando começamos a namorar
- Sem mais mentiras Samanta.
Eu acreditei que nem a idiota que eu sou.
E agora estou aqui.
Sentada no chão do quarto, chorando que nem Alice quando aumenta de tamanho
Esperando ele dar as caras com outra desculpa mal lavada
Mas dessa vez vai ser diferente.
Ele vai ter uma grande surpresa...

- Sam onde você esta?
John perguntou entrando no meu quarto.
Liguei a luz do abajour na cabeceira da cama
Vestida com uma camisola vermelha acenei para ele.
Boquiaberto John fechou a porta e veio para perto.
Ofereci a taça de vinho que tinha em mãos
Ao primeiro gole ele ofegou e caiu desacordado.
Puxei-o para cima da cama
Amarrando seus braços e pernas
Improvisei algo para manter sua boca aberta
Eu faria!

Levantei vestindo meu roupão preto e fui buscar a tesoura no banheiro
Quando voltei ele estava acordado. Tentava falar e parecia bem assustado
Sorri sentando ao seu lado na cama e acariciei-lhe o rosto
- Que bom que despertou amor. Essa lição você não pode esquecer.
Ele tentou se mover mas não resultou em nada.
- Fiquei sabendo da própria Lívia que você andou brincando de medico com ela...
Ele arregalou os olhos e começou a negar com a cabeça.
Lagrimas escorriam pelo seu rosto.
Eu o encarei segurando minhas próprias lagrimas.
- Onde foi parar o Sem mais mentiras? Onde? Levantei prendendo meu cabelo num rabo de cavalo e voltei com a tesoura na mão.
- Já que não cumpre promessas... eu dou um jeito.
Ele começou a se debater encostei a tesoura no seu peito e sorri.
- Você escolhe. Eu posso te matar com uma leve pressionada da minha mão e você sabe muito bem.
Ele congelou e me encarou.
Peguei a ponta de sua língua e coloquei entre as laminas da tesoura.
Apertei um pouco e o vi chorar enquanto o sangue escorria.
- Dói, não?
Ele me encarava incrédulo de que eu continuaria. Ele fez sua melhor cara de arrependido, eu sorri em meio as lagrimas.
- Dessa vez você vai se lembrar de mim.
Fechei as laminas da tesoura de uma so vez. Ele tentou gritar mas o sangue se acumulava em sua boca, ele começou a engasgar. Dei um beijo em seu rosto e sussurrei.
- Não minta nunca mais!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

I Will Kill YOU!



Nada me pararia aquela noite...
A lua iluminava minhas lagrimas
Se ele não seria meu não seria de mais ninguém!

Corri ate sua casa com o telefonema,
Ele não parecia satisfeito nem feliz.
- Precisamos conversar.
Engoli em seco ouvindo seu tom de voz gélido.
- Diga.
Ele suspirou e soltou de uma vez.
- Acabou, não da mais!
Olhei-o segurando as lagrimas. Ele se aproximou de mim e me deu um beijo na testa.
Sai sem encará-lo outra vez
Meu coração
Ele teve meu coração
Jogou-o no chão
Quebrou-me em mil partes e se foi!
Maldito!
A luz do luar me fazia louca...
Queria apenas deitar mas não conseguia...
Mal conseguia caminhar.
Chegando a minha casa pensei no que devia fazer.
Peguei uma faca... A maior que eu tinha e voltei a casa dele.
Se ele não seria meu, não seria de mais ninguém!
Subi pela janela como antes e o surpreendi
Ele me encarou de olhos arregalados
- O que faz aqui?
Sorri maliciosamente e tirei as mãos de minhas costas e mostrei-lhe a faca.
Ele se afastou de mim indo ate a porta, mas balancei a faca.
- Se abrir essa porta, eu me mato e tem um bilhete na minha casa dizendo que foi você.
Ele parou me encarando
- Você não teria coragem?
Sorri pra ele passando a faca na palma de minha mão.
O sangue escorreu significativamente manchando o carpete de seu quarto...
Ele tentou fugir mas pulei em cima dele.
Cravei a faca em seu pescoço
Ele me encarou e eu rasguei seu pescoço...
Rasguei e comecei a passar a faca de modo a arrancar-lhe a cabeça
Quando a cabeça dele se soltou do corpo sorri cravando a faca em seu peito
Abri-o rapidamente e arranquei seu coração
- Eu perdi a cabeça e você arrancou meu coração... Agora estamos quites!
Sorri levando sua cabeça e seu coração sangrentos comigo...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

My tears...

Olhei para o lado
Aquilo me confundia cada vez mais
Ver em seus olhos amor e ódio
Seguido de lagrimas e tristeza me matava
Eu estava de mãos atadas
Não podia fazer nada...
Sentei esperando anoitecer, tentando não sentir mais nada
Nem a escuridão da noite me trazia paz,
Sem dormir, sem comer
Eu não sentia nada! So a dor me despertava.
Olhava as horas passarem como se fossem nada
Vê-la assim... Vê-la chorar... Vê-la ali...
Como poderia sobreviver a isso!
A pessoa que eu amava demais assim
Chorando, triste
Parei para pensar no que fazer,
Sua tristeza me afetava, mais que a você mesma
Eu me sentia congelada, as lagrimas quentes cortando meu rosto
Eu chorava em silencio, ninguém me via, ninguém me ouvia
Ela era minha mãe e eu estava de mãos atadas.
Ela assinara sua sepultura...
Isso me matava!
Eu a encarei sem sorrir e ela chorou.
Doía...
Uma dor insuportavel, já sofrida tantas vezes que quase não doía mais...
Quase...
A dor me tomou de surpresa
Meus joelhos cederam
Porque isso acontecia comigo...
Aquilo era o que restava da minha família
Era o que eu seria um dia?
Eu neguei fervorosamente
Eu nunca seria igual a ela! Nunca

Your Blood


O sangue dele em minhas mãos fazia minha cabeça doer...
O rosto dele em minha mente fazia meu coração disparar...
O sabor dos seus lábios no meu me fazia tremer...
Ele dizendo a mim que namoraria minha melhor amiga me matava...

Acordei com o despertador e percebi que estava mais que atrasada para a escola. Eu o veria, ele sentaria do meu lado e me contaria de sua noite pensando em mim ou em alguma outra garota. Fingir ser sua amiga enquanto eu o amava ficava a cada dia mais difícil. Sorri ao vê-lo sentar do meu lado, me cumprimentado com um selinho... Amizade... Sei!
- Bom dia Sam!
- Bom dia Ben, como foi à noite?
-Ah como todas as outras...
E assim começava o dia mais infeliz da minha vida.
- Sam sabe a Julia do ultimo ano?
Olhei para ele erguendo a sombrancelha, ele sabia que eu odiava aquela garota. Minha mente ficou em branco por um segundo e vi que ele esperava uma resposta.
- Ah sei sim, mas o que tem ela?
Ele sorriu vendo minha expressão.
- Ela me chamou pra sair e nos ficamos... mas parecia que ela estava mais interessada em você! Toda hora perguntava da nossa amizade, sobre você...
- É porque ela me odeia Ben! Desde a 5ª serie, nos brigamos feio, eu ganhei mas ela acabou comigo com uma intriguinha que correu o colégio. Por isso hoje eu sou assim, muda, invisível...
- Oh Sam...
O ônibus parara, nossa 1ª aula não era juntos, me encaminhei para a sala de biologia e ele foi para a classe de inglês. Na hora do almoço vi ele. Ele estava com Julia, não agüentei quando lagrimas começaram a correr por meu rosto. O que ele estava fazendo!
Corri para o banheiro e fiquei lá a te na hora de ir para casa. Ele não apareceu. Fiz uma careta de dor enquanto ia sentar no fundo do ônibus sozinha. Meu celular tocou, era ele. Uma mensagem dele.

“Amo-te Sam, não fique assim.
Bjos Ben.”

Ele não sabia o quanto aquelas palavras me matavam.

Meia noite uma pedra em minha janela me despertou; levantei era Ben, ele sorria, mas eu não. Ele estava de mãos dadas com Julia! Abri a janela para ambos entrarem. Meu coração disparado, eu tremia, eu mataria os dois! Os dois não, so Julia!
- Sam, Julia queria te conhecer!
Olhei para ela sorrindo amargamente.
- É mesmo?
Ela sorriu e veio me abraçar:
- Sam, me perdoe pelo que fiz anos atrás, me arrependo tanto!
- Pois eu não, estou feliz assim. So isso?
Ela sorriu malignamente e apertou a mão de Ben. Ela me conhecia, ela sabia o que eu sentia por ele a anos! Desde que ele mudara para a casa ao lado. Meu coração já sabia o que aconteceria, decepcionada mais uma vez. Porem não foi isso que vi, Ben largara sua mão e vinha me abraçar. Eu chorava descontroladamente.
- Eu sei Sam, ela me contou. Em todos nossos encontros. So disso que ela falava! O quanto você é apaixonada comigo, ou o quanto era, como fui burro e não vi isso!

Julia sentada em minha cama chorava, olhei-a e ela sorriu.

- Pensei que fazendo isso estaria perdoada.
Olhei confusa para os dois.
- Mas e o beijo que vi na hora do almoço?

Ben me sorriu:
- Que beijo? Você me viu de costas virando a cabeça de um lado pro outro... eu precisava fingir ate... ate hoje! Não agüentava mais ver essa tristeza descontrolada em você! Eu precisava te abraçar, dizer o quanto você é importante para mim. Agora alem de ser minha melhor amiga Samanta você vai ser minha...

Ele parava de falar e seu olhar perdia o foco, senti algo molhando minha roupa e vi o sorriso desvairado de Julia.

- Você realmente pensou que eu ia fazer isso?

O ódio me subiu pela garganta, o garoto que eu amava morria em meus braços e minha ex-melhor amiga sorria. O que eu faria agora? Deitei-o com cuidado no chão e corri ao banheiro, lavei a mão e voltei do banheiro com a faca que eu havia usado para cortar algumas coisas ali mais cedo. Julia olhou-me assustada e recuou em direção a parede.

- O que vai fazer Sam? Matar-me?

- É uma ótima idéia pra começar!
Prendi-a contra a parede e passei a lamina cortante sobre seu rosto, ela chorava de medo. Eu já havia chamado socorro para Ben, tinha poucos minutos para matá-la. Peguei a faca e coloquei na mão dela.

- Faça o trabalho sozinha!
Ela chorou balançando a cabeça tentando me fazer parar, mas não parei, cravei a faca na barriga 2 vezes, depois levei sua mão ate o pescoço e comecei a passar a faca cortando a carne. Um banho de sangue em meu quarto. As sirenes do lado de fora me fizeram correr para o corpo de Ben que tinha os olhos vidrados. Peguei sua cabeça em meu colo: - Ben, esta me ouvindo?
Ele sorriu respirando com dificuldade, os policiais e os paramédicos entraram no meu quarto juntos. Fui com Ben para o hospital e não me perguntaram de Julia, ela tinha um passado negro...
Ben sobrevivera já eu não tenho tanta certeza de estar viva, correu pela escola que fui eu que matei Julia. Quem dera se eles soubessem da verdade!