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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Por tras da Mascara...



Esse segredo me matava...
Eu não abriria minha boca
Quando ela falava doía
Eu sentia vontade de gritar
“- Eu sei de tudo! Se manca. Para de bancar a vitima!”
Mas eu não falava... Eu nunca diria nada!
Engolia meu orgulho e deixava a dor tomar conta
Ela era a pessoa mais importante pra mim
A convivência tornou-se difícil
Eu precisava manter-me distante...
Distante o suficiente para ela não me ouvir gritando
Enquanto eu chorava de dor.
A dor de carregar alguma coisa que não era minha
Eu podia me sentir sangrar e sorrir
So isso que eu dizia
“- Tudo Bem!”
Estava tudo muito bem...
Bem demais para ser verdade
Eu vivia uma mentira!
Fingia ser alguém
Não agüentava mais isso...
Fingia rir de suas piadas.
Fingia aturar suas crises!
Ela via falhas onde não tinha...
Ela falava sem pensar me magoando intensamente
E o sabor amargo da verdade invadia minha boca e me matava aos poucos...
Pois eu o engolia
Todos os dias... A verdade descia queimando...
Quebrando e rasgando cada vestígio de amor que existia por ela
Doía ter que colocar meu melhor sorriso
E dizer
“eu te amo”
Cada troca de palavras me levava a beira de um ataque de nervos...
Eu chorava quando já não havia mais nada para se lamentar
“ela me enganou...Tempo demais”
As palavras de meu pai ecoavam em minha mente.
Meu “suposto” exemplo a seguir
Traia e magoava,
Humilhava nossa família
Eu não queria lutar contra as lagrimas mais
Eu era uma boneca
Desenharia um sorriso no rosto e seguiria com a mentira
Tentava não sentir nada...

Mas doía de mais pra não ser notado.
Mentiras demais para esquecer
Uma família na lama
Minha mente perturbada enquanto eu vivesse!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Brains



E eu finalmente morri...
Da pior forma possível
Virei o jantar das pessoas que eu mais amava!


A noite começou calma
Parecia que tudo ficaria bem
3 anos desde sua morte.
3 anos sem você
Levaria flores ao seu tumulo
Sentia tanto sua falta.
Visitaria também o tumulo de minha mãe
Levando apenas minha bolsa e 2 arranjos florais
Vestida de preto sai de casa.
O cemitério era próximo de minha casa.
Caminhei ate La com meu mp3 no talo ouvindo qualquer coisa que expressasse minha dor.
O lugar transmitia calma.
Respirei fundo passando pelos portões
As lapides que eu queria eram no canto mais afastado do cemitério
Minha mãe e o único homem que amei!
Tudo bem que eu so tinha 18 anos,
Mas era isso ou nada.
Coloquei as flores em seus túmulos e me sentei na grama entre eles
Lagrimas queimavam meu rosto
Tirei papel e caneta da bolsa e as palavras surgiram
Falhadas pelas lagrimas que molhavam o papel
Quisera eu morrer
Viver em paz
Ou apenas ter um final feliz.
Morrer sendo devorada por zumbis
Morrer sugada por um vampiro
Morrer dilacerada por um lobisomem
Simplesmente, fatalmente morrer...”
Comecei a ouvir uns grito do lado de fora do cemitério mas dei de ombros
Aumentei o volume quando tocava Place for a Damned – Lezwieliza
Encarava o nada enquanto ouvia a musica
Uma nevoa estranha começou a correr rasteira pelo cemitério
Estava a minha volta
A aura do lugar mudou
Como se algo de muito ruim estivesse acontecendo.
Lembrei de filmes que eu vi e ri
“Zumbis não existem!”
Fechei os olhos por um minuto respirando fundo
O lugar tinha um cheiro estranho
Cheirava coisa podre, como se os caixões estivessem abertos
Meu coração saltou quando uma mão pegou meu braço.
A mão saia do tumulo de minha mãe.
Minhas forças sumiram de uma hora pra outra
Senti que desmaiaria
Me forcei a levantar e correr mas nesse momento a mão do meu falecido namorado agarrava meu tornozelo me fazendo cair no chão.
Olhei em volta e com horror percebi
Os mortos estavam levantando...
Eu tive que rir e me beliscar.
Só podia ser brincadeira
Não existia outra possibilidade...
Existia. A fabrica que tinha perto da cidade era de armamento militar...
Meu coração saltou ao ver minha mãe com seu vestido bege de sepultamento e meu namorado com seu terno preto. Cannibal Puppets começou a tocar e eu levantei. Num impulso corri esbarrando contra outros vários mortos que levantavam.
- Cérebro...
Eles diziam enquanto levantavam de seus túmulos.
Alguns podres ainda em decomposição,
Alguns mais ossos que tudo.
Chegando na rua que dava entrada para o cemitério a vizinhança era um caos.
Carros batidas, pessoas correndo gritando.
Zumbis mastigando cabeças.
Tropecei em uma perna e gritei
O zumbi que a comia se virou para mim
- Cérebro
Ele disse com os olhos vazios, sai correndo em direção a minha casa...
Onde iria me esconder o que eu faria?
Entrei no elevador esperando que a luz não acabasse.
Mas acabou.
Entre o quarto e quinto andar. Eu morava no décimo
Sentei-me no chão do elevador. Desolada de tristeza.
Porque isso estava acontecendo...
Eu teria que mata-los ou eles me matariam
Sequei as lagrimas de meus olhos quando a luz voltou e o elevador subiu.
Empurrei a porta gritando por meu pai e com horror que vi
Um zumbi mais podre do que os que vira comia-o
Como um animal selvagem ele mordia seus intestinos e puxava.
Mastigando os pedaços como se fosse o mais saboroso dos pratos.
Náuseas me invadiram
Eu vomitaria ali mesmo
Voltei de onde estava e desci pelas escadas ate a rua.
Quando vi estava encurralada.
Minha mãe de um lado
Meu namorado do outro
Era a minha hora. Sentei no chão
Eu não lutaria
Eu não tinha armas
Não tinha nada a não ser papel e caneta
Eles se aproximaram, grunhindo coisas ininteligíveis
Eu me arrepiei
Mas olhei fixamente o nada.
Travei meu corpo e esperei a morte
Meu namorado mordeu-me o braço fazendo-me gritar.
Ele riu enquanto minha mãe mordia um pedaço de minha coxa
Eu nunca havia tanto desejado a morte como eu a desejava agora
Morrer comida por zumbis...
Minha mãe me deitou mordendo meu pescoço.
Senti o sangue me molhar as roupas
Enquanto meu namorado mordia minha pela minha blusa minha barriga
Gritei de dor sentindo minhas tripas serem comidas de meu corpo comigo viva
Olhei para cima com um ultimo resquício de forças para ver minha mãe cravar os dentes em minha cabeça...
Depois disso foi providencias foram tomadas... os corpos cremados
E eu finalmente morri...
Da pior forma possível
Virei o jantar das pessoas que eu mais amava!

Who I am

Well, esse post é meio que um desabafo... 


Eu ando sendo o que nao sou! Hihih tah dificil de entender vou simplificar: eu nao sou fofa, nao sou essa coisa meiga; sei la... ando em mutação mas na hora de escrever no blog minha aura fica cor de rosa (argh!) cansei, vou ser quem eu sou... se gostar bem! se nao... Problema é seu ahuahuah.


Booom pra começar o dia vou falar de bandas S2
Amo descobrir bandas de vocal feminino. Achei um blog muito foderoson (foda+poderoso) so sobre bandas com vocal feminino! Ai tirei a manha pra renovar minhas musicas....
Bandas novas que eu AMEI!
Luna Mortis

Caraa eu amo banda com vocal feminino vicio, paixao (nao! eu nao sou lesbica O_o nada contra mas nao sou hauhauahua)



Lezwieliza


Agora uma banda das antigas que eu voltei a ouvir foi Kittie...
Meldels A vocalista tem uma voz... 

Se alguem interessar em ver o blog ahuah Female Impera 

acho que isso é tudo... por enquanto que mais tarde eu mato alguem em outro texto (tah ai minha inspiração para textos sangretos muahaha). 

domingo, 26 de setembro de 2010

No Lies


Sem mentiras... Ele havia me jurado isso
Quem sabe se sem a lingua a promessa não se cumpre...

Dois meses de um namoro baseado em mentiras.
Este era o meu relacionamento com John
Ele mentia, eu era enganada facilmente
Ele me jurou quando começamos a namorar
- Sem mais mentiras Samanta.
Eu acreditei que nem a idiota que eu sou.
E agora estou aqui.
Sentada no chão do quarto, chorando que nem Alice quando aumenta de tamanho
Esperando ele dar as caras com outra desculpa mal lavada
Mas dessa vez vai ser diferente.
Ele vai ter uma grande surpresa...

- Sam onde você esta?
John perguntou entrando no meu quarto.
Liguei a luz do abajour na cabeceira da cama
Vestida com uma camisola vermelha acenei para ele.
Boquiaberto John fechou a porta e veio para perto.
Ofereci a taça de vinho que tinha em mãos
Ao primeiro gole ele ofegou e caiu desacordado.
Puxei-o para cima da cama
Amarrando seus braços e pernas
Improvisei algo para manter sua boca aberta
Eu faria!

Levantei vestindo meu roupão preto e fui buscar a tesoura no banheiro
Quando voltei ele estava acordado. Tentava falar e parecia bem assustado
Sorri sentando ao seu lado na cama e acariciei-lhe o rosto
- Que bom que despertou amor. Essa lição você não pode esquecer.
Ele tentou se mover mas não resultou em nada.
- Fiquei sabendo da própria Lívia que você andou brincando de medico com ela...
Ele arregalou os olhos e começou a negar com a cabeça.
Lagrimas escorriam pelo seu rosto.
Eu o encarei segurando minhas próprias lagrimas.
- Onde foi parar o Sem mais mentiras? Onde? Levantei prendendo meu cabelo num rabo de cavalo e voltei com a tesoura na mão.
- Já que não cumpre promessas... eu dou um jeito.
Ele começou a se debater encostei a tesoura no seu peito e sorri.
- Você escolhe. Eu posso te matar com uma leve pressionada da minha mão e você sabe muito bem.
Ele congelou e me encarou.
Peguei a ponta de sua língua e coloquei entre as laminas da tesoura.
Apertei um pouco e o vi chorar enquanto o sangue escorria.
- Dói, não?
Ele me encarava incrédulo de que eu continuaria. Ele fez sua melhor cara de arrependido, eu sorri em meio as lagrimas.
- Dessa vez você vai se lembrar de mim.
Fechei as laminas da tesoura de uma so vez. Ele tentou gritar mas o sangue se acumulava em sua boca, ele começou a engasgar. Dei um beijo em seu rosto e sussurrei.
- Não minta nunca mais!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

I Will Kill YOU!



Nada me pararia aquela noite...
A lua iluminava minhas lagrimas
Se ele não seria meu não seria de mais ninguém!

Corri ate sua casa com o telefonema,
Ele não parecia satisfeito nem feliz.
- Precisamos conversar.
Engoli em seco ouvindo seu tom de voz gélido.
- Diga.
Ele suspirou e soltou de uma vez.
- Acabou, não da mais!
Olhei-o segurando as lagrimas. Ele se aproximou de mim e me deu um beijo na testa.
Sai sem encará-lo outra vez
Meu coração
Ele teve meu coração
Jogou-o no chão
Quebrou-me em mil partes e se foi!
Maldito!
A luz do luar me fazia louca...
Queria apenas deitar mas não conseguia...
Mal conseguia caminhar.
Chegando a minha casa pensei no que devia fazer.
Peguei uma faca... A maior que eu tinha e voltei a casa dele.
Se ele não seria meu, não seria de mais ninguém!
Subi pela janela como antes e o surpreendi
Ele me encarou de olhos arregalados
- O que faz aqui?
Sorri maliciosamente e tirei as mãos de minhas costas e mostrei-lhe a faca.
Ele se afastou de mim indo ate a porta, mas balancei a faca.
- Se abrir essa porta, eu me mato e tem um bilhete na minha casa dizendo que foi você.
Ele parou me encarando
- Você não teria coragem?
Sorri pra ele passando a faca na palma de minha mão.
O sangue escorreu significativamente manchando o carpete de seu quarto...
Ele tentou fugir mas pulei em cima dele.
Cravei a faca em seu pescoço
Ele me encarou e eu rasguei seu pescoço...
Rasguei e comecei a passar a faca de modo a arrancar-lhe a cabeça
Quando a cabeça dele se soltou do corpo sorri cravando a faca em seu peito
Abri-o rapidamente e arranquei seu coração
- Eu perdi a cabeça e você arrancou meu coração... Agora estamos quites!
Sorri levando sua cabeça e seu coração sangrentos comigo...